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terça-feira, 31 de julho de 2018

QUILOMBO: “O público pode esperar um trabalho honesto de ‘Itankale’” – [ENTREVISTA EXCLUSIVA]


A entrevista de hoje é com a “nova” banda paulista QUILOMBO, com integrantes experientes e com uma ideologia fortíssima, o grupo está prestes a lançar seu EP “Itankale” e agora saberemos, pelo baterista Panda Reis, um pouco mais deste novo trabalho, além de influências, posicionamento político e muito mais. Confira:

É um prazer enorme estar falando em primeira mão com vocês! Vamos lá, conte, de forma resumida, um pouco mais sobre a trajetória da banda? Qual foi o motivo forma-la e quem são os integrantes?
Panda Reis – O prazer é todo nosso, agradecemos a oportunidade de dialogar com vocês. A banda é nova, porém os integrantes são velhos na cena do Metal extremo e underground paulistano, a intenção em formar a banda foi justamente poder escrever músicas que falassem de assuntos esquecidos na nossa cena, estou falando dos excluídos e discriminados durante o processo histórico da humanidade, tendo em vista que o mundo tem dado uma guinada para a direita, achamos necessário tratarmos de assuntos históricos esquecidos e manipulados pela historiografia eurocentrista. Hoje na banda somos eu na bateria e vocal, Allan na guitarra e Bruno no baixo.

Acompanhando a página da banda vejo que a gravação e produção do EP “Itankale” está a todo vapor! Fale para nós, como andam esses processos – gravação e produção – e o que o público pode esperar deste material?
Panda Reis - Iniciamos as composições e já fomos moldando o formato desse lançamento, no momento acabamos de gravar a participação do grande percussionista Binho Gerônimo, que deu um toque todo especial e trouxe pitadas da música Africana, devemos começar as gravações dos vocais nas próximas semanas. Estamos fazendo tudo bem na moral, sem pressa e sem pressão pois ao mesmo tempo que estamos gravando (no estúdio O Beco) esse EP, já estamos compondo outro material. O público pode esperar um trabalho honesto, militante e que não tem pretensão alguma além de expor nossas ideias sobre a sociedade e história da humanidade.

Flertando com o Death/Thrash Metal, o Grindcore e Hardcore, o QUILOMBO se “autodenomina” Metal Punk. Você acha que essa diversificação de estilos é benéfica para quem ouve? Ou na visão de vocês o mais importante é com o que vocês sentem na hora de compor?
Panda Reis - Na verdade odeio definições, Metal Punk seria o termo que mais se aproxima da música que fazemos, mas sinceramente acho que é bem mais que isso é não nos limitaremos a rótulos, pois pode-se perceber diversas influências no som da banda, agora sobre nossa mistura de estilo ser benéfica para quem ouve, depende de quem ouve (risos).

Quais são as influências da banda de uma forma geral?
Panda Reis - Putz... aí fodeu!! As influências são diversas, não gosto muito de ficar citando bandas, pois isso é irrelevante, acho mais fácil citar que somos influenciados pelas músicas underground, seja ela qual for !! Pode ser de uma banda de Metal Americana, ou uma de Grindcore Inglesa, ou de uma banda Angolana, tudo no underground nos inspira, desde as tradicionais bandas do estilo, até bandas de fora do circuito conhecido. Porém, acredito que os problemas políticos e sociais do mundo são a nossa maior influência, você não precisa se influenciar por músicas para fazer música.

Li em uma entrevista que a banda possui um posicionamento político muito forte e consistente, e tendo vista que estamos perto das eleições e o representante (de certa forma) da esquerda encontra-se preso, enquanto o maior representante da direita é um aberto apoiador de torturadores, qual a opinião de vocês sobre o atual cenário político brasileiro?
Panda Reis - Vou tentar resumir o máximo que eu conseguir, pois o assunto daria uma tese de doutorado... em primeiro lugar não vejo o ex-presidente Lula como um representante da esquerda, não vejo os partidos da base política do Lula como reais representantes da esquerda brasileira , porém é inegável que a prisão dele foi política, não vou entrar no mérito da legalidade ou não é nem se apoio ou não, porém, o atual candidato de extrema direita que você citou , esse representa o que há de mais nefasto nos governantes, porém o que me assusta mais é justamente o apoio que ele vem tendo de vários setores da nossa sociedade, eu cresci nos anos 80 e nunca imaginava que chegaríamos a esse ponto, me deixou muito preocupado ao ver pessoas próximas, bandas e até amigos defendendo políticas como as  deles, fico realmente chateado em ver bandas que eu era fã, apoiarem um sujeito como ele! Na minha época de adolescente (anos 80 e 90) a divergência dentro do underground, do Punk, do Metal, era entre alguns que acreditavam na ditadura do proletariado e os que achavam que deveríamos ir direto para o socialismo, me lembro que a divergência era uma linha tênue, entre o anarquismo e o socialismo, hoje a molecada estão entre intervenção militar ou governo liberal com característica fascista.

Voltando ao “Itankale”, quantas músicas serão? E quando poderemos ter conhecimento da capa? Aliás quem está trabalhando neste projeto?
Panda Reis – Serão ao todo seis músicas, a capa já está pronta, eu rascunhei a ideia em um papel tosco, tirei foto e mandei para nossos parceiros da agência Elefante 011, que são profissionais para a porra, e elevaram minha ideia tosca a um patamar que beira a obra de arte, pena que será um EP, e não um vinil, pois a arte merecia sim um vinil. Terão conhecimento da capa quando o EP sair (risos), não curto muito essa parada de ficar divulgando prévia de som, prévia de capa, isso funciona para artistas consagrados, profissionais que vivem disso, que tem uma leva de gente que acompanha, não para uma banda que não gosta muita dos meios que a maioria trabalha sua música e divulgam seus trabalhos, as vezes acho todo esse “profissionalismo” uma tentativa de reproduzir a logística do mainstream.

A banda busca sair em turnê após este lançamento? Se sim, buscarão algo nacional, sul-americano ou europeu?
Panda Reis – Esse lance de tocar ao vivo também é algo que estou repensando, toquei pra caraio na minha vida já e as vezes esse mundo de estrada cansa, não pela música, mas pelas pessoas , tá cheio de moleque ‘fascistinha’, cheio de banda racista e não sei se terei estômago para coexistir com eles em backstage e casas de shows, não sei se vale a pena tocar com qualquer banda, vejam bem, não somos nada, não somos melhores que ninguém, apenas nossa posição política/social, são diferente da maioria que habita os shows hoje em dia, então a ideia é tocar com as bandas certas, e não sair tocando por ai , depois dos 45 anos você não aceita qualquer companhia (risos). Sul Americano sim, Europa não me interessa nos próximos anos, talvez com mais lançamentos ou algum material lançado lá, mas para esse EP nem tentaremos nada no Velho Continente.

Muito obrigado por esta breve entrevista e deixamos aqui nosso espaço para as considerações finais.
Panda Reis – Eu que agradeço imensamente e humildemente pela oportunidade dessa entrevista , peço desculpas pela demora em responder, peço desculpas se ofendi alguma pessoa e acredito que com o tempo todos conhecerão melhor a banda , não levantaremos bandeiras, até por que não acredito nelas (sem bandeiras e sem fronteiras ), não sou socialista, nem comunista... talvez anarquista, espero que entrem em contato com a gente, ai a gente desenrola melhor esses assuntos e nos conhecemos melhor, obrigado a cada um que leu até aqui essa entrevista e em breve a gente lança esse EP. Obrigado e não desistam nunca.

QUILOMBO é :
Allan Kallid – Guitarra
Bruno – Baixo
Panda Reis – Bateria e Vocal

CONTATOS :
pandadrums@hotmail.com
www.facebook.com/quilombometal
www.twitter.com/quilombogrind 
https://sanguefrioproducoes.com/bandas/QUILOMBO/57

quarta-feira, 25 de julho de 2018

TORTURIZER: "Acreditamos que até o fim do ano lançaremos um álbum inédito" - [ENTREVISTA]



A entrevista de hoje é com os maranhenses do TORTURIZER, neste bate papo conversaremos sobre os mais variados assuntos, como seu início, atuais trabalhos, cena nordestina, projetos futuros e muitos mais. Confira:

Como vocês se conheceram, e quando decidiram formar a banda?
Willian – Em 2011 eu já tinha tido algumas experiências com banda, e podemos dizer que por influência do Sepultura com os irmãos Cavalera acabei convencendo meu irmão a aprender um instrumento para formarmos uma banda, hoje ele assume a bateria, e nos juntamos a um amigo para segurar as pontas na guitarra, mas acabou ficando por pouco tempo, acabei assumindo as seis cordas, até conhecer o Luís na faculdade, tínhamos amigos em comum, e num certo momento nos conhecemos e acabei convidando para se juntar à banda, e eu passei a tocar baixo, um amigo, chamado Hugo também passou pelo grupo, mas acabou saindo e prosseguimos como um trio.

Como você crê que está sendo a recepção do público para o atual trabalho do Torturizer, “Slaughterhouse”?
Willian – As críticas estão sendo boas, pelo menos o que nos dizem a respeito são apenas coisas boas (risos).
Quais são as principais influências do grupo?
Willian – Cada um tem suas influências pessoais, e cada um acaba trazendo um pouco do que curte para dentro da banda, mas posso citar algumas bandas que os três gostam, e que eu acho que influenciaram diretamente no que nos tornamos, como Sepultura, Torture Squad, Kreator, Destruction, e o Slayer que creio que seja as principais influências para os três.

Existe a possibilidade de a banda realizar uma turnê nacional pelas principais cidades do País? E Europa?
Luís –
Com toda a certeza! O que mais queremos é levar o nosso som para todo o Brasil e também para fora dele!!! Mas também não depende só de nós! Existem vários fatores que contribuem para uma possível turnê, entre eles, produtores interessados. Por isso se tiver algum produtor interessado em levar a Torturizer para a sua cidade, entre em contato com a gente ou com a nossa assessoria, a Sangue Frio Produções. Queremos levar o nosso som para todo o país e para fora dele também! 


O que vocês indicariam para a galera que está começando a ouvir metal? E da cena nordestina? Quais bandas vocês podem citar para nossos leitores?
Willian –
Cara, tem muita banda boa, tantos as mais antigas quanto as mais novas, e hoje com a internet aí, ajuda muito a encontrar novos sons, mas vamos lá, se você tá iniciando a ouvir metal, ouça o Black Sabbath (risos), não tem como não citar, tem o Iron Maiden, aí vamos pesar, Slayer, Sepultura, Torture Squad, e aqui no nordeste tem várias bandas boas também, como a Serial Killer, Flagrvm, Unblooded, Mortos, Scud, Malefactor, entre outras que não me vêm à cabeça agora.


Qual a possibilidade de começarem a gravar um disco?
Luís – Na verdade já estamos fazendo isso! Tem um tempo que a banda já vem trabalhando em novas composições e gravando algumas faixas de pouco a pouco, acredito que até o fim do ano estaremos lançando um álbum inédito.

Como foi o processo da gravação do primeiro EP, “Faceless”, de 2016? E a recepção do público em relação a isso, tem sido como o esperado?
Luís –
O processo de gravação foi toda caseira, feita no meu home estúdio. Estávamos querendo lançar o nosso som para público conhecer e não tínhamos grana, a solução foi gravar por conta própria, me dediquei ao máximo trabalhando no áudio, nunca tinha mixado nada! Mas até que saiu bom (risos)! A recepção foi a melhor possível, resenhas superpositivas e o feedback do público melhor ainda! É um EP para se orgulhar em todos os sentidos.

Ouça na íntegra aqui:

Spotify: https://open.spotify.com/album/1AkXo0gstiTJWECccn4n5O
Deezer: http://www.deezer.com/album/42159261
iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/faceless/id1243711962?l


Como rola o processo de composição da banda? Todos contribuem com letras e melodias?
Luís –
Bom, as vezes rola de alguém já trazer uma música completa e daí só lapidarmos mais ainda ou também se nos reunimos e de algum ensaio sair alguma ideia que acaba gerando uma composição nova. Enfim, não existe uma regra, apenas funciona assim! Todo mundo contribui com tudo, trabalhamos em equipe mesmo, como se deve ser. Já na parte das letras geralmente quem fica mais à frente é o Willian, pois como ele que canta ele acha mais confortável de escrever, mas nada impede de outra pessoa ajudar também.

Vocês apoiam a legalização do download? Se tratando de underground, isso ajuda ou atrapalha a banda?
Willian –
Aí temos uma faca de dois gumes... Os downloads ajudam bastante, facilitam a difusão dos trabalhos, mas por outro lado, implica na diminuição de compra de materiais físicos das bandas, o que muitas vezes pode trazer prejuízo. É algo a se definir, pensar no mercado, aceitar ou não fazer o que faz... Nós disponibilizamos nosso material tanto em físico quanto nas mais diversas plataformas de streaming, acho que nos dividimos um pouco entre as duas formas de levar nosso trabalho às pessoas.

Quais são os planos da banda para o futuro?
Luís –
Sem dúvidas lançar o nosso debut e com isso também fazer shows para a divulgação do mesmo. Fazer um videoclipe também se encontra em nossos planos. 

Obrigado pela entrevista, o espaço é seu para mandar um recado aos fãs.
Luís –
Eu que agradeço a oportunidade de estar falando um pouco do nosso trabalho e pela força na divulgação. E para a galera que curte o nosso som, continue batendo cabeça com ele e divulgando para os amigos! Abraço! 

TORTURIZER É:
Willian Vieira: Baixo e vocal
Luis Baldez: Guitarra e backing vocals
Wilton Vieira: Bateria

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/Torturizer/
https://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Torturizer/39

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Entrevista: FUSILEER - Thrash Metal (Guarapuava/PR)


Quando falamos em Sul do Brasil, imediatamente nos vem à cabeça grandes bandas de Death Metal e seus segmentos. Porém, uma nova onda de bandas mais voltadas ao “Old School” vem surgindo naquela região. Ótimos representantes do Heavy Metal e Thrash Metal 80’s vem brotando a cada dia mais, e isso quem ganha são os Headbangers. Hoje conversamos um destes nomes, o FUSILEER, que a cada dia vem chamando mais a atenção dos “Thrash Maniacs” por todo o Brasil. Confira:

Primeiramente, fale um pouco sobreo início da banda. O FUSILEER se encontra com a mesma formação de origem?
Chrystian: Bom a banda sempre foi a mesma formação desde seu início, eu (Chrystian) e o Fernando começando a comprar alguns equipamentos e a intenção já era criar um som próprio, afinal nunca nos interessamos por cover (risos), não sabíamos bem que estilo que seguir e então foi fluindo gostos, referencias e aí o Adilson se interessou em tocar bateria e a evolução foi acontecendo, músicas saindo e aconteceu de tocarmos uma música somente em um show na cidade aí foi dado o pontapé inicial.

O que vocês podem falar sobre o EP “War Triumph”? Seu lançamento atingiu as expectativas?
Chrystian: Foi a primeira vez que a banda entrou em estúdio e a surpresa foi grande é completamente diferente de um ensaio ou mesmo um show, o resultado até melhor do que o esperado, houve bastante contato por meio de quem promove shows devido a esse EP, que chegou em lugares que não imaginávamos e agora por último a divulgação em mídias digitais o que deu um upgrade na imagem do FUSILEER.
O que o grupo pode adiantar sobre o novo álbum?
Chrystian: A respeito do novo álbum, surgiu a ideia a um ano atrás, mas tudo tem que ser bem planejado, nada com muita pressa e esse ano entramos em estúdio novamente bem mais experientes em questão técnica e musical, mais do que ninguém somos os que mais queremos ver o resultado final. Como falei um passo de cada vez. O que podemos adiantar que vai ficar ‘fodastico’ ainda em processo de gravação nossas expectativas já estão sendo superadas, estamos contando com o excelente trabalho do nosso brother Alessandro (Space K Stúdio) que está conosco desde a pré-produção do álbum, então tudo está sendo executado com o máximo cuidado e profissionalismo para que o resultado final seja o melhor possível.

Quais são as inspirações para as letras de vocês?
Chrystian: Então as letras são compostas de vários fatores algumas letras falam de guerras passadas acontecimentos que ficaram marcados, aos que lutaram pra ter sua honra, outras letras são críticas ao fanatismo extremo do ser humano em diversos fatores, religião, ideologias, crenças em geral e também as letras feitas em português como tem uma no EP “War Triumph” com o título “Extermínio” e nesse novo álbum “Extreme Torture” a faixa “Corrupção” são diretamente escritas ao caos que vive o Brasil atualmente.

Como funciona a parte composicional da banda? Todos participam de tudo, ou alguns focam na parte lírica enquanto outros na parte instrumental?
Chrystian: Então as músicas são todas feitas pelo nosso guitarrista, Fernando, a parte de composição instrumental é dele, algumas ideias minhas ou do Adilson acrescentam nos arranjos finais mais as músicas são todas feitas por ele, já na parte lírica sou eu mesmo que faço todas as letras da banda.

Quais são suas principais influências atualmente? Vocês têm planos de experimentar novas sonoridades no futuro?
Chrystian: As principais influências da banda é a escola alemã, principalmente Kreator e Sodom, mas também ouvimos bastante as bandas clássicas como Testament, Slayer, Tankard entre outras. Aí entra o gosto particular de cada integrante mais a base é o Thrash Metal bem feito, quanto a experimentar outra sonoridade nunca questionamos ao que queremos fazer “hail thrashers”.

Vocês lançaram o atual EP, “War Triumph”, no formato digital certo? Como foi esse processo? E em relação a este novo trabalho, o grupo pretende lançar também neste formato?
Chrystian: Isso mesmo, agradecemos imensamente a colaboração da Sangue Frio Produções/Records para esse processo fosse realizado, o apoio e o trabalho em cima desta divulgação seria bem difícil se dependesse apenas de nós até porque o tempo que temos é escasso para que possamos trabalhar em cima disso e quanto ao novo trabalho será certamente lançado nas mídias digitais afinal o alcance nestas plataformas digitais é extenso.
Spotify:
Na opinião de vocês, qual é a importância da internet para as novas bandas, e qual foi o papel dela ao longo da carreira da FUSILEER?
Chrystian: Hoje em dia tudo é da internet discos, álbuns, discografias são conhecidas com um clique apenas, então surgem bastante bandas, algumas com mais destaque outras com menos, mas tenho certeza que o trabalho não só do Fusileer como das outras bandas chegam em lugares que provavelmente não chegariam nesse tempo de estrada tivemos contato de vários lugares do Brasil em reconhecimento do trabalho e a curiosidade de pessoas em saber mais a respeito da banda.

Quais dos seus objetivos como banda vocês acham que já atingiram, e o que ainda esperam conseguir no futuro?
Chrystian: Bom sabemos que é difícil ser uma banda autoral e o que atingimos até hoje como banda foi conquistado passo a passo o que aconteceu não foi forçado o que conseguimos, os lugares que tocamos foi tudo acontecendo naturalmente os convites aparecendo a partir deste álbum a banda tem o intuito de divulgar de verdade o álbum onde for possível então assim que estiver tudo pronto mandaremos o material para quantos produtores conseguirmos, para que possamos crescer cada vez mais.

No metal temos muito divisionismo como conviver com todas essas diferenças estilísticas?
Chrystian: A respeito disso eu particularmente não tenho essa divisão e na minha opinião é hipocrisia, a banda não vê isso como problema em dividir palco com banda de outros estilos dentro do Metal.

Com a experiência no underground, quais são as lições aprendidas?
Chrystian: As melhores lições possíveis fazemos amizades conhecemos pessoas de diferentes lugares e tudo por uma única razão, vivemos isso respiramos underground e enquanto tiverem pessoas se mobilizado para que isso aconteça estaremos fazendo a nossa parte.

Ainda sobre novo álbum, vocês pretendem lançar algo para impulsionar a divulgação? Como um single, lyric vídeo ou quem sabe até um videoclipe?
Chrystian: Então o primeiro passo já foi dado a gravação do álbum, quanto mais material pra divulgação melhor, por isso não descartamos a possibilidade de um possível videoclipe ou um lyric vídeo talvez isso será um bônus (risos).

Deixamos aqui os espaços para as considerações finais, muito obrigados pela entrevista.
Chrystian: Nós que agradecemos pelo espaço cedido também agradecemos pelas parcerias que foram formadas para que esse álbum que está sendo feito seja finalizado Patrick (Sangue Frio Produções) Alessandro (Space K Studio) Thiago Bohler (Fug Design) pela arte que está quase finalizada e toda a galera que apoia o Fusileer. Podem ter certeza que esse novo trabalho do Fusileer está sendo feito para todos que já acompanham o trabalho da banda se surpreendam.
Obrigado!!!

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites Relacionados:
https://www.facebook.com/Fusileer/
http://fusileer.wixsite.com/fusileer
http://www.sanguefrioproducoes.com/artistas/Fusileer/42 

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Entrevista: Obscurity Vision (Balneário Rincão/SC)


Death Metal e Black Metal são, no Brasil, os estilos que mais crescem hoje em dia. Muitas bandas de ótima qualidade nascem, outras retornam e isso enriquece muito a cena nacional. Uma destas que retornaram chama-se OBSCURITY VISION, que completa em 2017, nada mais nada menos que 20 anos de sua criação, e para isso estão lançando um material inédito ainda para este ano. Vamos saber um pouco mais sobre todos estes projetos agora, em uma super entrevista com Luiz Rodriguez – guitarrista e fundador do grupo, confira:
Primeiramente conte-nos, como a banda começou? Como está a atual formação? E como vocês veem a banda 20 anos depois de sua criação?
Luiz Rodriguez: A banda, em meados de 1997, começou com um grupo de amigos, adolescentes, que se juntavam para beber, ouvir som, ir para o bar, sinuca, Hollywood vermelho, festas, enfim... sempre juntos, e por esta paixão por metal, resolveram montar uma banda, mesmo sem saber tocar instrumentos. Na época, eu (Luiz Rodriguez), tinha recém comprado um baixo, e estava aprendendo a tocar. O Rafael (vocal) chegou a tocar bateria um tempo na banda. Fomos aprendendo a tocar, apenas fazendo barulho para se divertir. A formação variava bastante na época. Por volta de 1999 a formação ficou fixa, estável, e o pessoal começou a levar mais a sério a banda, compondo músicas próprias, estabelecendo o nome “Obscurity Vision”. De lá para cá, muita coisa aconteceu, inclusive um bom tempo fora de atividade. Mas retornamos em 2016, juntamos todo o material feito nesse tempo todo (inclusive a 1ª música da banda, chamada “Apodrecendo”, cantada em português) ensaiamos, entramos em estúdio e começamos a gravar nosso primeiro full álbum.

O que vocês podem adiantar sobre este novo álbum “Dark Victory Day”?
Luiz Rodriguez: O álbum foi gravado no estúdio “A Todo Volume”, em Forquilhinha – SC, e queríamos uma sonoridade original, com som de instrumentos de verdade, com menos tecnologia possível envolvida. Nada virtual. E conseguimos um som muito bom neste sentido. Adaptamos algumas músicas antigas ao cast de hoje, e posso dizer que o álbum esta incrível. Conseguimos um artista sueco, muito conhecido na cena underground européia para fazer a arte da capa, feita sob medida para “Dark Victory Day”, e o resultado esta fantástico.  Temos muito orgulho deste trabalho.

Como foi a produção desse trabalho? De que forma essa nova formação influencia na composição e sonoridade?
Luiz Rodriguez: A produção foi feita com muita atenção aos detalhes, modificações em algumas músicas. Todos participaram de forma direta nesta parte da pré-produção. Cada músico tem sua característica impar, e adaptamos ao seu estilo músicas antigas. Algumas ficaram mais melódicas, outras ainda mais rápidas e brutais.

E como foi o processo de composição? Foi um trabalho conjunto?
Luiz Rodriguez: Grande maioria das músicas foi composta antes de 2016. O difícil foi reformular tudo à realidade de hoje. Muita coisa mudou, mesmo porque não tínhamos registrado estas músicas. Mas acho que chegamos a um entrosamento muito bom, que fluiu muito bem nestas adaptações.

Em comparação ao disco anterior, quais as semelhanças e diferenças que esse novo trabalho traz?
Luiz Rodriguez: Muitas (risos), nossa demo foi gravada em 2002, numa fase em que a velocidade que realmente importava. Foi uma gravação modesta, e nossa execução não foi das melhores. Mas mesmo assim temos muito orgulho dela, os Irmãos Bússolo fizeram um trabalho incrível com um equipamento muito modesto.
Quais foram às influências de vocês durante a gravação desse álbum?
Luiz Rodriguez: Nossas influências são basicamente as mesmas ao longo deste tempo. Música boa não enjoa. O bom e velho black metal como Handful of Hate, Rotting Christ, Sarcófago, Darkthrone, Burzum…. As de Death como Morbid Angel, Death, Carcass…

Como é compor Black/Death Metal?

Luiz Rodriguez: Um prazer sem palavras. É muito estudo e ao mesmo tempo feeling, para compor algo que soe com alma, e não apenas um aglomerado de notas. Já temos muitas idéias para músicas novas, e já já estarão nos shows.

Qual a sua visão sobre o underground atual? Casas fechando, bandas acabando ou entrando em hiato… Na visão de vocês, cena está enfraquecida?

Luiz Rodriguez: Acredito que já esteve pior, as bandas parecem estar aproveitando melhor a internet para fazer contatos, conhecer pessoas e lugares de cidade e estados diferentes, e até fora do Brasil. Sinto que tem um pessoal querendo se unir, andar e levar os outros juntos. Sempre haverá os estrelões, gente que montou 50 bandas, nenhuma deu certo e fica falando mal das outras. Mais aí é falta de caráter mesmo. O que tenho ouvido de novidade das bandas, é coisa muito boa. Falta as vezes um pouco mais de capricho na produção, tanto musical, como de um show em si. Mas estou muito esperançoso e empolgado.

E quais os próximos planos da banda agora? 

Luiz Rodriguez: Tocar, tocar e tocar. Divulgar o “Dark Victory Day” até onde for possível, e quem sabe mais. Pegar estrada, divulgar tanto no corpo a corpo como virtualmente, esse disco que foi feito com muita honestidade e trabalho.

A banda pensa em levar seu trabalho para fora do Brasil?

Luiz Rodriguez: Com certeza. Contatos sendo feitos, e muita vontade de divulgar a banda em tudo quanto é canto. Tivemos vários feedbacks de fora do Brasil sobre a Demo e sobre nosso single de 2016 “I Can See”, e todos positivos.

Gostariam de deixar alguma mensagem para os leitores?
Luiz Rodriguez: Queremos pedir a todos amigos que já conhecem o som da banda, e a todos os Bangers que ainda não conhecem, que em setembro de 17 esta saindo este disco, com uma sonoridade bem diferenciada, brutal, pesada e melódica. E que estaremos sempre prontos para conversar, trocar material, só chamar através de um de nossos canais, e serão muito bem recebidos.
Ave Obscurity Vision.

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/obscurityvision.br
http://www.obscurityvision.com/
http://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/ObscurityVision/40

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Claustrofobia: Marcus D’Angelo concede entrevista à “Revista Arte Brasileira” e deixa forte impressão ao dizer: “a arte não tem cor, condição financeira, ela simplesmente acontece e é livre”


O músico fundador do Claustrofobia, Marcus D’Angelo, concedeu entrevista ao importante veículo de comunicação especializado em música, “Revista Arte Brasileira”.

A revista que é digital visa divulgar ícones da música nacional, não se limitando a apenas um estilo, com isso, sua linha editorial bateu um papo sério e honesto com uma das lendas do Thrash Metal Brasileiro, o vocalista e guitarrista “Marcus” revelou vários assuntos relacionados à banda Claustrofobia, entre elas, suas inspirações, ritmos brasileiros na musicalidade do grupo, reconhecimento internacional e vários outros assuntos importantes e que falam sobre a cena como um todo.

Para ler a entrevista na íntegra, acesse o link abaixo:
http://revistaartebrasileira.com.br/claustrofobia-a-banda-que-herdou-o-melhor-do-heavy-metal/

O Claustrofobia se encontra atualmente na estrada excursionando  pelos estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais com o aclamado “Claustruth Legions Tour 2017”.

Se você quiser levar o Claustrofobia ate sua cidade, com a tour do álbum “Download Hatred”, enviar email para:
contato@claustrofobia.com.br

Formação:
Marcus D´Angelo (Vocal/Guitar)
Douglas Prado (Guitar)
Caio D´Angelo (Drums)
Daniel Bonfogo ( Bass/Backing Vocal)

Sites relacionados – Claustrofobia:
Site: http://www.claustrofobia.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/claustrofobiaofficial/
YouTube: https://www.youtube.com/user/metalmaloka
Instagram: https://www.instagram.com/claustrofobia_official/
Twitter: https://twitter.com/metalmaloka

Fonte: Roadie Metal

nossavozfm.blogspot.com


quarta-feira, 17 de maio de 2017

ENTREVISTA – ‘’ O MELHOR DO ROCK ‘’ - MACHINE OF WAR



1-Como surgiu a banda, e qual a vertente? Há quanto tempo estão na estrada?
Allan Gil - Estava com algumas idéias musicais que não condiziam com o som da banda onde também toco e essas idéias vinham do meu gosto pelo Thrash e Punk, assim conversamos eu (Allan Gil) e Vivi Alves para produzir algo mais voltado para esse lado, As atividades em shows são recentes apesar de ter passado um tempo maior em estúdio devido a troca de integrantes.

2-Todos os integrantes são os mesmos desde o inicio do grupo?
Allan Gil - Não, o grupo já mudou desde o começo. Atualmente a formação é Allan Gil no vocal; Vivi Alves na bateria; Bia Coutinho no baixo e Marcelo Li na guitarra, sendo que Marcelo entrou para substituir o guitarrista anterior (Raphael Alves) devido a mudança no horário de trabalho de vigilante.

3-De onde vieram?
Allan Gil - Somos moradores da Baixada Fluminense (RJ) e produzir algo contestador com a nossa realidade não é fácil e fica mais desafiador mediante ao que acontece diariamente no país.

4-Conta um vexame que passou em algum show?
Allan Gil - Até o momento não que tenha vivido com essa banda rs

5-O que foi mais difícil que tiveram que enfrentar com a banda?
Allan Gil - Uma enchente na rua do estúdio onde ensaiamos e ficamos ilhados

6-Qual a canção da banda q mais gostam?
Allan Gil - Não é unânime, mas a “War is Death” é a música mais admirada por todos.

7-Quantos shows fazem por mês? Qual foi o show mais marcante?
Allan Gil - Estamos fazendo duas apresentações por mês e até o momento umas das apresentações na LAPA (RJ) foi a mais marcante, a noite foi do começo ao fim uma correria só, transporte, apresentação, o público, as bandas... No final deu tudo muito certo.

8-Quais as influencias da banda?
Allan Gil - Slayer, Metallica, Suicidal Tendencies, Sepultura.

9-Como a família reagiu ao saber que escolheram estar no mundo da música? Qual o momento que se descobriram artistas?
Allan Gil - A família não reagiu bem não, aqui ou trabalha pesado ou a família reclama e nesse caso eles não vêem como trabalho, só se deram conta que alguma coisa esta vindo quando viram o nome no Spotify.

10-As músicas são os integrantes que as compõe?
Allan Gil - Sim, a maioria das músicas são produzidas pela própria banda, contudo temos tocado músicas registradas e compostas em conjunto com outros compositores, um canal aberto para que compositores possam expressar a sua situação em outros lugares.

11-Qual o maior sucesso da banda?
Allan Gil - Até o momento a música “Fantoches” tem sido a de maior sucesso, a musica foi composta com outro compositor conforme dito acima e com letra em português apresenta ao público a visão de que somos controlados por um grande grupo.

12-Já teve alguma loucura de fã pra contar?
Allan Gil - Até o presente momento não

13-Qual sonho vocês ainda pretendem realizar em relação a banda?
Allan Gil - O sonho é ter o álbum físico (vinil) prensado e distribuído

14-Uma mensagem para pessoas que acompanham o trabalho de vocês?
Allan Gil - Estamos muito gratos por vocês acompanharem o nosso trabalho e orgulhosos em poder passar um pouco de nós; se estivermos em um show perto de você, venha e vamos conversar e beber uma cerveja.
Só bebendo para alegrar das situações vividas.


Caso você queira conhecer um pouco mais sobre nosso trabalho, acesse os links abaixo.
Spotify: https://play.spotify.com/album/7iBOU870mLB7yBwPrfLB9q?play=true&utm_source=open.spotify.com&utm_medium=open
Itunes: https://itunes.apple.com/br/album/machine-of-war-ep/id1199716502?app=music&ign-mpt=uo%3D4
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCNr-eo7YjKaYB9Pe5g1AHMg
Twitter: https://twitter.com/Mowmachineofwar
Facebook: https://www.facebook.com/mowmetal/




ENTREVISTA – ‘’ O MELHOR DO ROCK ‘’ - DeCifra me


1-Como surgiu à banda, e qual a vertente? Há quanto tempo estão na estrada?
Vivi Alves – A banda surgiu de uma forma bem engraçada. O ano era 2006, Allan Gil (meu marido) resolveu que iria dar início a uma banda com seus amigos. Eu apoiei. O que eu não sabia era que, após a banda montada e as primeiras composições prontas, a vaga de vocalista era minha (risos). A princípio, a banda não tinha um estilo definido, tocávamos o que soasse do nosso agrado, mas sem uma preocupação maior. Apenas no final de 2009, quando começamos a nos preparar para fazer a abertura do show da banda norueguesa Sirenia, resolvemos nos definir como Heavy Metal Sinfônico. Esse ano completaremos nossos 11 anos de existência.

2-Todos os integrantes são os mesmos desde o inicio do grupo?
Vivi Alves – Não. Foram muitos anos e também muitas formações, permanecendo desde o princípio apenas o baixista e líder (Allan Gil) e eu.

3-De onde vieram? 
Vivi Alves – A princípio toda formação era de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (RJ). Com as mudanças de formação, os integrantes começaram a vir de outras cidades, porém, preferimos continuar considerando a banda como uma banda Duque-Caxiense.

4-Conta um vexame que passou em algum show?
Vivi Alves – Olha vexame comigo não teve, mas houve uma situação, bem lá no início da banda em que um dos guitarristas bebeu além da conta e na hora do show, sei lá como, conseguiu despencar do palco com guitarra e tudo (risos)

5-O que foi mais difícil que tiveram que enfrentar com a banda?
Vivi Alves – Dificuldade tem aos montes, principalmente no lugar em que estamos... Mas ainda acho que a maior dificuldade é a falta de grana (não somos ricos, muito pelo contrário) e tudo numa banda tem um custo muito alto. 

6-Qual a canção da banda q mais gostam?
Vivi Alves – Essa questão é um pouco polêmica porque como a banda tem muitos integrantes (8) e cada um tem um tipo de preferência, fica difícil chegar a um denominador comum. Mas a única música que se repete nas opiniões de todos aqui é a “Simbology of Numbers”.

7-Quantos shows fazem por mês? Qual foi o show mais marcante?
Vivi Alves – Isso é outra questão um tanto quanto polêmica. Nós fazemos pouquíssimos shows, chegamos a passar meses sem tocar. Pelo nosso estilo e pelos recursos que necessitamos para o nosso show, muitas das vezes não somos cogitados em festivais, pois, muita das vezes o equipamento das casas não nos suporta ou também, a produção não aceita arcar com os custos de levarmos nosso próprio equipamento para que nosso show ocorra da melhor da forma que deve ser. É difícil fazer Heavy Metal Sinfônico quando não se utiliza de samplers e nós, fazemos tudo ao vivo. Com relação ao show mais marcante, sem dúvidas foi à abertura da banda norueguesa Sirenia, em 2010.

8-Quais as influencias da banda?
Vivi Alves – Temos influências variadas. Praticamente cada integrante é mais influenciado por um estilo e isso é bom. Então, pode-se dizer que, de muitas influências, as mais diretas são Therion, Nightwish, Dimmu Borgir, Coronatus, Paradise Lost, Dark Moor, Lordi, Slayer, Metallica, Korpiklaani, Andre Matos, blind Guardian... Enfim, uma farofada só (risos)

9-Como a família reagiu ao saber que escolheram estar no mundo da música? Qual o momento que se descobriram artistas?
Vivi Alves – Olha, tivemos alguns problemas familiares no começo, mas foram superados conforme o trabalho ia se tornando mais sólido. A descoberta dentro da arte acontece praticamente todos os dias, estamos constantemente aprendendo e isso até torna difícil nos intitularmos artistas.

10-As músicas são os integrantes que as compõe?
Vivi Alves – Algumas vezes eu mesma as componho e depois as apresento a banda, que vai adaptando e somando mais informações e influências próprias. Outras vezes, cada um contribui com a sua parte e juntamos tudo.

11-Qual o maior sucesso da banda?
Vivi Alves – Sem dúvidas é a “Simbology of Numbers”. Essa é a música que a galera costuma cantar junto nos shows. Mas acreditamos que após o lançamento do clipe de “Forbidden to Live”, a disputa vai ficar acirrada entre as duas (risos)

12-Já teve alguma loucura de fã pra contar?
Vivi Alves – Sim (risos) um guitarrista nosso já foi perseguido até a porta de casa por uma fã apaixonada após um show!

13-Qual sonho vocês ainda pretendem realizar em relação a banda?
Vivi Alves – Sair do país para tocar.

14-Uma mensagem para pessoas que acompanham o trabalho de vocês? 
Vivi Alves – Eu só tenho a agradecer as pessoas que nos acompanham. Eu costumo dizer que a deCifra me não tem fãs, tem amigos. Manter uma banda por tanto tempo pode ser algo muito difícil e é nesses momentos de fraqueza e desânimo que o nosso público nos ajuda a continuar. Só temos a agradecer!

Para acompanhar a banda, acesse os links abaixo:
https://play.spotify.com/artist/36j0JjJB99YpFST2QHKzAv
https://www.amazon.com/gp/product/B00TAJX9RS?ie=UTF8..
https://itunes.apple.com/us/album/simbology-of-numbers-single/id962166284
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https://soundcloud.com/decifra-me-official
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terça-feira, 16 de maio de 2017

Pandemmy: Entrevista em vídeo para o programa Roadie Metal


 Aproveitando o bom momento do atual álbum, “Rise Of A New Strike”, o PANDEMMY foi um dos destaques no programa Roadie Metal de número 220.
 Em um bate papo descontraído o grupo falou um pouco sobre seu início, métodos de composição, influências, projetos atuais e futuros. A entrevista audiovisual, foi transmitida ao vivo pelo canal no YouTube do programa e você pode conferir agora:
 Outro assunto abordado na conversa, foi o recente anúncio do PANDEMMY como atração na segunda edição do “Hellcifest” que acontecerá dia 04/06 em Recife/PE, com as bandas Amon Amarth, Abbath e Warcursed. Pra mais informações, acesse: http://www.sanguefrioproducoes.com/n/840
Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/pandemmyofficial/
http://pandemmy.blogspot.com.br/
http://www.sanguefrioproducoes.com/artistas/Pandemmy/44
Fonte: Sangue Frio Produções

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Bestial: Banda é destaque na revista Roadie Crew


 Os gaúchos do BESTIAL foram destaque na edição de número 219 da principal revista física relacionada a Rock/Metal do Brasil, Roadie Crew, onde concederam uma entrevista para a mesma.
 Nesse bate-papo, conduzido por Valtemir Amler, a banda falou sobre o início de sua carreira, sobre os, hoje considerados, clássicos “Final Pressage” e “Phalanx Of Genocide”, atual trabalho “Hellfuckdominium XXI”, influências, formações, sonoridades e projetos futuros, que inclui um novo álbum ainda para 2017.
 A entrevista está disponível na seção cenário da revista, que tem como capa o grande King Diamond e já está disponível nas bancas de todo o país ou diretamente pelo site www.roadiecrew.com.
 Em paralelo, o BESTIAL segue em processo de agendamento de datas para shows em suporte aos referidos álbuns. Para mais informações sobre como reservar uma data para qualquer cidade do país, basta entrar em contato através dos e-mails contato@sanguefrioproducoes.com ou bestialcontacts@gmail.com e solicitar um orçamento.
Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/BESTIALOFFICIAL
http://www.sanguefrioproducoes.com/artistas/Bestial/31
Fonte: Sangue Frio Produções

terça-feira, 11 de abril de 2017

Aske: Entrevista em vídeo para o canal Pit & Bull


 Depois de um show avassalador e que rendeu inúmeras cíticas positivas na segunda edição de 2017 do Coletivo La Migra Fest, o grupo paulista ASKE concedeu uma interessante entrevista em vídeo para o canal do YouTube Pit & Bull.
 Neste descontraído bate papo conduzido por Pierre Cortes, o ASKE falou sobre os mais variados assuntos, dentre eles sobre o início da banda, projetos atuais, evento em questão e muito mais. Confira:

 Em outras notícias, o ASKE já tem trabalhado em um novo material, ainda sem nome nem data prevista para seu lançamento, o grupo afirma em breve trazer mais informações.
Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites Relacionados:
https://www.facebook.com/askeoficial/
http://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Aske/27
Fonte: Sangue Frio Produções

quarta-feira, 29 de março de 2017

Violator “Não dá pra dizer que somos coniventes com o governo PT”

 Finalmente o novo programa do HEAVY METAL ONLINE está no ar e repleta de matérias sensacionais. Conduzido por Clinger Carlos Teixeira, a edição de número #074 traz ao público além de imagens do festival Ruídos no Sertão, uma entrevista com a banda Taurus coletada no evento, uma análise “faixa a faixa” do novo álbum “Red Eyes” do Hatefulmurder, feito pela própria banda e muito mais.
 O programa também trouxe uma cobertura completa da nova edição do Otacílio Rock Festival, evento de prestígio que acontece em Santa Catarina, e com isso uma entrevista superespecial com a banda brasiliense Violator, onde a mesma falou sobre seu início, pausa e retorno no grupo, turnês, novos projetos e claro, posicionamentos políticos. Confira:
 O programa também trouxe uma importante matéria falando sobre como uma banda deve se preparar antes de sair em uma turnê pelo exterior, além de uma entrevista com a banda Maquinária Rock, e também os conhecidos blocos 3x1 e 3x3 que apresentam ótimas bandas do cenário nacional ao público.
Para conferir os programas anteriores: https://www.youtube.com/user/heavymetalonline/videos
Fonte: Sangue Frio Produções

terça-feira, 28 de março de 2017

Malkuth: “Novo álbum poderá ser lançado no segundo semestre de 2017”


 Em entrevista ao portal de notícias Metal Na Lata, a banda pernambucana de Black Metal MALKUTH falou, dentre outros assuntos, sobre seus relançamentos, mudanças de formação, processo e conceito de composição, shows pelo Brasil, visão do cenário metálico atual e projetos futuros, que inclui um novo álbum, confira um trecho:
 “As guitarras base foram gravadas em 2015 e daremos prosseguimento a partir do próximo mês gravando a bateria, baixo, segunda guitarra e vocais. Na sequência, mixagem e masterização. Creio que com a arte pronta, será lançado no segundo semestre de 2017. A direção é o Pagan Black Metal de sempre.” - Completa o guitarrista e vocalista Ashtaroth.
Confira a entrevista completa aqui: http://metalnalata.com.br/site/entrevista-exclusiva-com-ashtaroth-malkuth/
 Como já noticiado pela Sangue Frio Produções, o MALKUTH está com sua agenda de shows aberta para 2017 – confira a matéria completa aqui –, produtores interessados em levar o grupo para seu evento escreva para contato@sanguefrioproducoes.com ou vitalpsantos@gmail.com e conheça as facilidades.
Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/MalkuthOfficial/
http://sanguefrioproducoes.com/artistas/Malkuth/38
Fonte: Sangue Frio Produções

terça-feira, 14 de março de 2017

Khrophus: Banda concede primeira entrevista com a nova formação, confira!

 A clássica banda catarinense KHROPHUS foi destaque no site The Metal World onde concedeu uma entrevista superinteressante para o mesmo.
 No bate papo conduzido por Aline Pavan, Carlos Fernandes, baterista do grupo, falou sobre diversos assuntos, dentre eles o atual momento da banda e seus projetos, história, método de composição, influências, cena catarinense no Heavy Metal e também sobre o mais novo frontman, Hugo Deigman, confira:
“
Conhecemos Hugo de longa data, desde 2010 ano que ele produziu o show do Khrophus em Timóteo/MG. E mantivemos contato desde então, a escolha dele na verdade foi por acaso, ele viu o ‘post’ no Facebook que fizemos a procura de um frontman, então ele nos escreveu dizendo: ‘a vaga é minha, to indo para Floripa’, aí respondemos na hora: ‘venha porra, bora fazer barulho então’ mais ou menos por aí se deu a conversa (risos).” - Carlos Fernandes.
 O KHROPHUS também falou sobre a atual turnê, “Spreading Tha Madness Tour”, que já se estende desde o lançamento do último trabalho, intitulado “Eyes Of Madness”, lançado em 2013. Para levar a atual turnê, com nova formação, para sua cidade é muito fácil, basta escrever para contato@sanguefrioproducoes.com ou khrophus@hotmail.com para obter todas as informações.
Confira as datas de 2016/2017 da atual turnê: https://goo.gl/ZA1Wv8
Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Fonte: Sangue Frio Produções

sábado, 4 de fevereiro de 2017

ENTREVISTA – METALFÚRIA - O MELHOR DO ROCK


Primeiramente nos apresente a atual formação, e conte-nos um pouco sobre a história da MetalFúria.

R - A formação atual da MetalFúria é composta por: Charlly Micheldo (Guitarra e Backing vocal), Gerson Petri (Guitarra e Vocal), Hitler Bárbaro (Bateria) e Lucas Santos (Baixo).
A MetalFúria é uma banda de Heavy Metal tradicional com composições cantadas em português e foi criada precisamente em 25 de junho de 2015 pelo guitarrista Charlly na cidade de Campina Grande – PB. Inicialmente a banda contava com os seguintes integrantes: André Sansão (Bateria), Caio Marques (Guitarra), Charlly Micheldo (Guitarra), Lucas Santos (Baixo) e Vanderley Metal (Vocal). Em seguida passou por algumas mudanças em relação aos integrantes, uma ainda em 2015, com a saída de André Sansão, Caio Marques e Lucas Santos e a entrada de Alex Bruno na bateria e Wesley Sousa no baixo. Já em setembro de 2016 Alex e Wesley saíram do projeto e em dezembro deu início a nova formação, quando Gerson Petri, Hiltler Bárbaro e Lucas Santos passaram a fazer parte da banda. Lembrando que Lucas retornou ao projeto, pois o mesmo fez parte da formação inicial.
Ainda no ano de 2016 a banda fez várias apresentações na cidade e em outras cidades do estado, ganhando reconhecimento e atenção do público. Em agosto, foi lançada a DEMO “Mestre das Trevas”, que apesar de ter sido gravada e produzida pelos próprios integrantes, foi muito bem recebida pelos que acompanham o projeto. Suas composições remetem a morte e ao caos que existem entre a humanidade, sobre forças infernais que comandam suas vidas. Nesse momento a MetalFúria segue com os preparativos para a gravação do primeiro EP intitulado “Caminhos de Sangue” que iniciará em março deste ano, onde esperam corresponder com a expectativa dos fãs.
Aproveitando a oportunidade, a MetalFúria vem a público informar que a participação do vocalista Vanderley Metal, que esteve presente desde o início do projeto, foi encerrada oficialmente dia 28 de janeiro de 2017 por motivo de divergências e que chegaram a essa decisão após uma reunião com o mesmo. O encerramento da parceria foi feito de forma amigável, onde os integrantes e o próprio Vanderley não guardam ressentimento algum. Também agradecem ao mesmo, por todo o caminho trilhado juntos e desejam sucesso na sua nova trajetória.

Gostaria que vocês falassem agora um pouco da Demo ‘’ Mestre das Trevas ‘’, o que os seguidores podem esperar do EP ‘’ Caminhos de Sangue? 

R – A DEMO foi uma ótima experiência, apesar de não ter sido produzida profissionalmente, obtivemos grandes resultados através dela. Em contra partida, o EP terá a gravação totalmente profissional, de altíssima qualidade. Será voltado ao Heavy Metal Tradicional e técnico, com novas pegadas, guitarras mais trabalhadas e letras mais harmoniosas. Os fãs e amigos podem esperar um resultado surpreendente.

Quais são as principais influências da banda atualmente? Vocês têm planos de experimentar novas sonoridades no futuro?

R – Nossas influências hoje são: Harppia, Overdose, Metalmorphose, Multilator, Sarcófago, Vulcano, Signo de Taurus, Harpago, Virus, Iron Maiden, King Diamond, Mercyfull Fate, Grim Reaper, Metalucifer, Judas Priest, Stormwitch, entre outros. Em relação a novos sons, se estiverem ao nosso gosto e que possamos tomar como influências, sim.

A banda compõe suas músicas em Português, por que optou em cantar em nossa língua? Quais são as inspirações para as letras de vocês?

R - A opção em português é simplesmente tornar o projeto mais “a nossa cara”, mantendo a tradição do Heavy Metal Nacional. Nossas inspirações normalmente surgem de questões relacionadas a guerras, mortes, destruições, demônios, possessões e etc.

Na opinião da banda, qual é a importância da internet para as novas bandas, e qual foi o papel dela ao longo da carreira da MetalFúria? Quais erros vocês consideram mais comum entre as bandas na utilização desse recurso?

R – A importância da internet é o fato de poder divulgar o projeto ou qualquer outro tipo de trabalho para todo o mundo. A facilidade de expor e poder compartilhar um pouco de nossos esforços como banda, levando novidades através de todo tipo de mídia. Assim foi com a MetalFúria, através desse poderoso recurso e a ajuda de nossos amigos, podemos espalhar e mostrar nosso trabalho, nossos materiais.
Achamos que alguns conteúdos causam polêmicas desnecessárias, mas também produtivas. O fato é que existem pessoas que por não gostar de outros gêneros ou influências acabam gerando alguns preconceitos.

Quais dos objetivos como banda vocês acham que já atingiram, e o que ainda esperam conseguir no futuro? 

R- Conseguimos um ótimo público e já participamos de vários eventos, mas a estrada ainda é longa e buscamos ainda mais nos incluir no meio underground, divulgando nosso trabalho e assim contribuir com a cena local. Esperamos sempre, fazer com que esse público aprecie os resultados de nossos esforços e que possamos continuar trabalhando para agradar a todos. Já estamos com a ideia de um Videoclipe, de um Álbum futuro e lógico, fazer muitos shows, de preferência em todo o Brasil (rsrsrs...).

Foi um prazer entrevistá-los. Deixem um recado para os seguidores da banda. 

R - Primeiramente, gostaríamos de agradecer a João Paulo (O MELHOR DO ROCK), por mais uma vez nos proporcionar o espaço para poder falar um pouco sobre o trabalho que temos desenvolvido e demonstrar como tem sido o cotidiano da banda.
Agradecemos aos seguidores da MetalFúria por sempre nos proporcionar momentos felizes, curtindo e compartilhando nosso trabalho, comentando e nos dando incentivos maiores, comparecendo aos shows e fortalecendo a cena de uma forma geral. 
Enfim, a todos o nosso muito obrigado. Em breve estaremos nos palcos trazendo muitas novidades.

Heavy Metal Never Die, Heavy Metal is my way.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Entrevista: Atlantis - Heavy Metal - Jaraguá do Sul/SC

Foto: Banda/divulgação
É extremamente digno falarmos que dentre os principais emergentes da nova onda do Heavy Metal brasileiro está o ATLANTIS, não só pelo som que o grupo vem apresentando, mas pela extrema notoriedade que o mesmo vem ganhando no cenário nacional. Hoje conversarmos um pouco com a banda para sabermos mais sobre seu início, atuais e futuros projetos e muito mais. Confiram:

Como se deu início ao grupo até que se chegasse na atual formação?

Atlantis: Começamos como um cover de Angel Witch, eu (Tino) sou o único membro da formação original desde então, passamos por muitas mudanças na formação até chegarmos na atual com o Bruno Eggert na bateria e o Jonathan Odorizzi no baixo, a qual está muito bem entrosada.

Sendo uma das emergentes bandas do Heavy Metal Nacional, qual é a sua opinião sobre a atual cena metal no Brasil?

Atlantis: A cena é muito forte em algumas regiões mas querendo ou não sempre há “panelinhas” que dividem os ‘bangers’, infelizmente é algo que parece que não muda.

Falando sobre as bandas que influenciam vocês, quais são?

Atlantis: As nossas maiores influências são as bandas da N.W.O.B.H.M. que surgiram no começo dos anos 80, como o Angel Witch, Diamond Head e Iron Maiden, entre outras, mas também temos grandes influências nas bandas novas que seguem a mesma linha, como o Cauldron, Skull Fist e Enforcer.

No geral, a atmosfera do Atlantis apoia o espírito Heavy Metal old school, bem longe e todas as modas e tendência atuais que se infestam em nossa cena. O que inspira a banda a fazer as composições?

Atlantis: Nos inspiramos no espírito oitentista do Heavy Metal, tanto na sonoridade quanto nas composições.

Vocês têm algum tipo de “ritual” antes de cada show? Se sim, ele muda de acordo com o lugar que vocês tocam?

Atlantis: Acho que o único ritual que temos é tomar umas geladas mesmo e muda dependendo do cachê (RISOS).
Foto: Banda/divulgação
Tem algum estado em particular que vocês notaram uma grande ligação com o grupo?

Atlantis: Em São Paulo fomos muito bem recebidos por todos e, com certeza, foram alguns de nossos melhores shows.

Fale um pouco sobre o álbum “Hotter Than A Burning Church” e como vem sendo a recepção dos fãs em relação a ele?

Atlantis: O “Hotter Than A Burning Church” foi um álbum que mostrou a grande evolução da banda em relação ao primeiro EP, composições mais bem trabalhadas e o entrosamento da banda superforte. A recepção dele foi muito boa, tanto que ambos os lançamentos, em fita k7 e em CDs, as cópias foram rapidamente esgotadas.
Qual foi a retrospectiva da banda em relação ao ano de 2016?

Atlantis: 2016 com certeza foi o melhor ano para a banda, tivemos o lançamento do “Hotter Than a Burning Church”, tivemos vários shows importantes, como os em São Paulo, e ganhamos bastante notoriedade, sem falar nas novas amizades que fizemos.

Quais são as expectativas para este ano de 2017, uma turnê mais extensa? Se sim, onde?

Atlantis: Esperamos terminar algumas gravações ainda este ano e lançar novos materiais e se possível fechar mais shows tanto na região quanto fora, no momento só temos um show marcado para março em Cascavel.

Obrigado pela disponibilidade e atenção, Por favor, deixe uma mensagem às pessoas que comparecerão aos shows do Atlantis.

Atlantis: Só temos a agradecer ao pessoal que comparece aos nossos shows, compra nosso material e ajuda a divulgar nosso som, sem vocês nós não seriamos nada. E que quiser chamar a gente para um role é só entrar em contato com o pessoal da banda ou diretamente na página. Agradecemos a oportunidade da entrevista também, um grande abraço a todos!!!

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

ENTREVISTA COM A BANDA THE CROSS – O MELHOR DO ROCK, CONFIRA;


Em 1990 o fundador e futuro vocalista do The Cross, Eduardo “Slayer” Mota, começa pôr em prática a ideia de montar uma banda inspirada por Black Sabbath, Trouble e Candlemass com letras focadas na dor de existir humana. Em 1992, com a formação já estabilizada, o The Cross começa a fazer apresentações Brasil afora. A demo tape The Fall, hoje considerada um clássico do Doom Metal nacional, foi lançada no ano seguinte. A repercussão positiva da demo levou-a ser distribuída tanto na Europa, pela AdiPocere e pela Holy Records, como na América do Norte pela Moribund Records. A banda, no entanto, sempre teve dificuldade de manter uma formação estável, um dos motivos pelo qual o The Crosss decidiu encerrar as suas atividades em janeiro de 1998, na véspera de gravar o seu disco de estreia The Plague of the Lost River. Depois de um hiato de quase 20 anos a banda retorna com um novo EP, Flames Through Priests, editado pelo selo Eternal Hatred Records. O EP traz duas músicas inéditas – “Cursed Priest” e “Sweet Tragedy” – e mais as três faixas de The Fall como bônus. A banda está em vias de gravar o seu primeiro disco homônimo, com convites para tocar em festivais dentro e fora do Brasil, a exemplo do Palco do Rock de Salvador em Fevereiro do próximo ano e o Malta Doom Festival, na Ilha de Malta, no outono de 2016.

1 – Como surgiu a banda, e qual a vertente? Há quanto tempo estão na estrada? 

R1 – A banda surgiu de uma vontade de tocar doom metal. Foi em 1990. Em Abril de 1992 a formação da banda se estabilizou. A banda encerrou as atividades em Janeiro de 1998 e em Dezembro de 2014 voltou à ativa.

2 – Todos os integrantes são os mesmos desde o início do grupo? 

R2 – Não. Eu, Eduardo Slayer, sou o único integrante original.

3 – De onde vieram?

R3 – Os músicos? Eu vim de uma banda de thrash metal chamada Sepulchral. Zé Felipe tocou em varias bandas de metal extremo na década de 1990 (Carnified, Veuliah, Malefactor). Paulo Monteiro é da Acanon, death metal melódico. Mario Baqueiro, nosso baixista, tocou na VHV (Virtual Human Virus), banda de grindcore industrial. Louis é o baterista e membro fundador da DrearyLands. Ele já foi o baterista de outras bandas de metal baianas de destaque tipo Mystifier, Carnified, Yun-Fat, etc. 

4 – Contem algum vexame que vocês já passaram em algum show? 

R4 – Nunca passamos vexame.

5 – O que foi mais difícil que tiveram que enfrentar com a banda?

R5 – As várias mudanças de formação no passar dos anos e a perda do nosso guitarrista base Elly Brandão. Ele compôs a maioria das músicas do nosso primeiro álbum.

6 – Qual é a música do The Cross que a banda mais gosta? 

R6 – Cada integrante tem a sua preferida.

7 – Quantos shows fazem por mês? Qual foi o show mais marcante? 

R7 – Nos anos 1990 os shows mais marcantes foram o I Retch Festival (1993) de Itabuna (BA), o de Criciúma (SC) em 1994 e o de Teresina (PI) em 1995. Depois que a banda voltou foi show do Palco do Rock de 2016 em Salvador. Show absolutamente lotado, caravana de várias cidades do interior da Bahia pra ver o The Cross. Gravamos esse show, inclusive. Está disponível no YouTube, no nosso canal (The Cross Doom Metal).

8 – Quais as influências da banda? 

R8 – O trio Candlemass, Trouble e Black Sabbath é a base de tudo. A partir daí são as influências pessoais de cada músico.

9 – Como a família reagiu ao saber que escolheram estar no mundo da música? Qual o momento que se descobriram artistas?

R9 – Desde os dez anos de idade escuto rock pesado. Tive certeza que ia montar uma banda quando ouvi Psalm 9 (1984), o primeiro disco do Trouble. A família já tinha dois músicos, então encararam com naturalidade.

10 – As músicas são os integrantes que as compõe? 

R10 – Da época do demo todos compunham juntos. As do EP foram feitas por mim e Elly.

11 – Qual o maior sucesso da banda?

R11 – Uma música que o público pede até hoje é “Flames of Deceit” 1992. Ela está tanto na nossa primeira demo ensaio, de 1992, quanto em The Fall (1993).

12 – Já teve alguma loucura de fã pra contar?

R12 – Em 1994 uma fã me mandou uma carta com uma foto nua junto com um tufo de cabelo. Disse que queria fazer sexo com a banda ouvindo a música “The Fall”.

13 – Qual sonho vocês ainda pretendem realizar em relação a banda? 

R13 – Temos algumas metas: fazer turnê na Europa, lançar discos disco em selos de fora e continuar a fazer álbuns cada vez melhores.

14 – Uma mensagem para pessoas que acompanham o trabalho de vocês?

R14 – Stay Doomed!

ENTREVISTA COM A BANDA RUINS OF ELYSIUM - O MELHOR DO ROCK, CONFIRA;


Ruins of Elysium é uma banda Epic Symphonic Metal que confia em elementos da música clássica, metal extremo, trilhas sonoras de filmes / videogames, j-rock e até mesmo letras de temas de cultura geek para trazer as músicas mais épicas e pesadas para a vida. RoE difere das outras bandas no estilo, não só pelas quase infinitas influências e tamanhos de sua música, mas pela voz operística do tenor clássico Drake Chrisdensen, sendo uma (se não a única) banda de metal sinfônico que depende exclusivamente de Voz masculina clássica, algo raramente feito no cenário. Juntando a grandeza de trilhas sonoras épicas, guitarras agressivas e tambores acelerados, todos abraçados pelos vocais de Drake, Ruins of Elysium, uma ótima experiência para os fãs de metal sinfônico.

Drake Chrisdensen - Tenor
Vincenzo Avallone - Guitars
Georgia Damigou - Orchestral Production
Filipe Câmara - Bass
Icaro Ravelo - Drums and Synths

CONFIRA EM LOCO A ENTREVISTA;

1-Como surgiu a banda, e qual a vertente? Há quanto tempo estão na estrada? 
Drake: Primeiramente, obrigado pela oportunidade de conceder essa entrevista! 
Bom, o conceito da RuinsofElysium, que é de uma banda de metal extremamente épico cantado apenas por uma voz operística de tenor, era algo que eu tinha comigo a muito tempo. Depois de muito planejamento, apresentamos a banda em 2013 e lançamos nosso primeiro EP em 2014, que foi super bem recebido.

2-Todos os integrantes são os mesmos desde o inicio do grupo? 
Drake: Não, tivemos algumas mudanças. O primeiro EP foi gravado com músicos convidados, alguns seguiram caminhos diferentes depois, deixaram a música ou foram para outros estilos. ORavelo, nosso baterista e tecladista, por exemplo, entrou em outubro de 2016.

3-De onde vieram? 
Drake: Basicamente Brasil e Itália, no momento. Já tivemos integrantes da Holanda e Grécia. Meu sobrenome não me deixa mentir também, parte da minha família é norueguesa, então temos contato com várias nacionalidades dentro da banda. 

4-Conta um vexame que passou em algum show? 
Drake: uma vez, aconteceu um problema com o banco do nosso ex-baterista, meu grande amigo Marcelo França, e tivemos que pausar o show pra ele consertar. Eu comecei a fazer um verdadeiro stand-upcomedy pra distrair a plateia, descobri que tenho uma veia comediante haha.

5-O que foi mais difícil que tiveram que enfrentar com a banda?
Drake: O meio é bem cruel para artistas independentes. Principalmente no metal. PRINCIPALMENTE em um estilo de nicho como o Symphonic Metal. Eu acho que um dos problemas é a resistência do público em conhecer coisas novas. Muita banda excelente acaba tendo quase nenhuma visualização enquanto a galera ouve sempre as mesmas 5 bandas. Depois reclamam que o estilo está morrendo. Não está, está bem vivo, vocês é que não dão o devido valor a ele. 

6-Qual a canção da banda q mais gostam? 
Drake: Daphne
Ravelo: The GreatestJubilee

7-Quantos shows fazem por mês? Qual foi o show mais marcante? 
Drake: não estamos fazendo shows agora porque estamos na parte mais complexa de produção do nosso novo álbum, SeedsOfChaosAndSerenity. O show mais marcante foi quando participamos do concurso Garagem Festival, feito pela Gafanhoto Produções em Belo Horizonte. Lotamos a casa de show e ganhamos o primeiro lugar disparado no concurso, tivemos quase três vezes mais votos que a segunda colocada. Foi muito legal ter recebido esse carinho e reconhecimento.

8-Quais as influencias da banda? Vídeo-games, trilhas sonoras, desenhos.
Drake: Eu sou apaixonado por videogames, então trazer essa paixão para uma banda em que eu sou o vocal e compositor foi algo natural. Séries como Bayonetta, Dragon Quest, Final Fantasy e The LegendOfZelda já inspiraram algumas de nossas canções, sejam na temática ou nas suas épicas trilhas sonoras.. A sinfonia SeedsOfChaosAndSerenity que dá nome ao nosso próximo álbum é toda baseada em SailorMoon. Além disso, causas sociais como combate ao machismo e à homofobia são também muito abordadas pela RuinsofElysium.

9-Como a família reagiu ao saber que escolheram estar no mundo da música? Qual o momento que se descobriram artistas?
Ravelo: Comecei tocando em bandas marciais da escola, essas que desfilam na cidade, por volta de 2001. Durante muitos anos participei apenas das bandas das escolas e foi então, que decidi me especializar. Comecei tocando bateria na igreja, e depois comecei a estudar no conservatório da cidade onde eu morava, algum tempo depois comecei a tocar em bandas de rock, pop, metal e até em alguns bares.
Existem relatos familiares que desde pequeno, já ficava batucando nas panelas de casa, na cama, coisas assim.Passei a estudar piano e teclado onde queria referências de musica erudita e popular para acrescentar no metal. E automaticamente, comecei a pesquisar sobre orquestras e composições orquestrais para poder ter a minha própria banda. 
A minha família não tem uma forte ligação com o mundo da música, tenho uma tia que estudou teclado e outra estudou violino, e em conjunto com a minha avó e a minha irmã, são as únicas que me dão algum apoio.

10-As músicas são os integrantes que as compõe? 
Ravelo: Sim, todas, o Drake geralmente chega com as músicas prontas e meu trabalho é orquestra-las, até por quê quando entrei já estavam todas prontas haha, nos próximos álbuns terei uma participação maior nas composições.

11-Qual o maior sucesso da banda? 
Drake: O nosso EP Daphne teve reviews excelentes no mundo inteiro, então pode-se dizer que foi um sucesso. Em termos de música, creio que a The GreatestJubilee e nossa versão de Butterfly, tema de abertura de Digimon.

12-Já teve alguma loucura de fã pra contar?
Drake: Sim, tive um “affair” com um fã uma vez mas melhor não entrar em detalhes haha.

13-Qual sonho vocês ainda pretendem realizar em relação a banda? 
Ravelo: Poder juntar todos os integrantes no palco e tocar nossas músicas, pra mim é um dos principais sonhos que quero realizar pela banda.
Drake: Gravar um álbum com orquestra e coral. Tocarmos em grandes palcos e ter nossa arte conhecida mundialmente

14-Uma mensagem para pessoas que acompanham o trabalho de vocês?
Ravelo: Quero agradecer por todo o apoio que tem sido dado, é um retorno maravilhoso, e um sonho que está sendo realizado, e vocês são parte essencial disso. Obrigado, de verdade. Avante Sentinels!!
Drake: Ravelo disse tudo. Stayfierce, Sentinels. Obrigado pela força e que venha o SeedsOfChaosAnd Serenity.


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Entrevista com o baterista Kiko da Banda Aneurose, confiram;


Com o objetivo de superar a excelente repercussão do disco “From Hell”, a Aneurose comemora 14 anos de história metendo o pé na porta com o lançamento do seu novo álbum, “Juggernaut”. Sem se limitar a rótulos ou pré-conceitos, a banda apresenta músicas que carregam a essência de cada músico que a integra, transmitindo toda energia e força do metal feito em Minas Gerais.

Após percorrer o Brasil com a “Tour From Hell”, o grupo reconhecido por seus shows explosivos, inicia agora a turnê de divulgação do novo CD, agendando datas por todo país, e em 2017 chega também à Europa.

O debut álbum “From Hell“ apresentou a Aneurose ao Brasil, mas Juggernaut” vem para consolidar a banda mineira no cenário do metal mundial.


1-Como surgiu a banda, e qual a vertente? Há quanto tempo estão na estrada?
Kiko: A banda surgiu em meados de 2002, O Wallace havia se mudado recentemente para Lavras e estava tentando montar uma banda. O Deus do rock ajudou, neste dia encontrou com Sávio, e dois amigos dele. Eram uma banda em busca de um vocalista, fizeram o primeiro ensaio uma semana depois e foi animal! O resto é História. Resumindo, a banda foi formada em 2002 e surgiu com objetivo de relatar os anseios e preocupações da sociedade. E com o objetivo de superar a excelente repercussão do disco “FromHell”, a Aneurose comemora 14 anos,lançando seu novo álbum, “Juggernaut”. Sem se limitar a rótulos ou pré-conceitos, a banda apresenta músicas que carregam a essência de cada músico que a integra, transmitindo toda energia e força do metal feito em Minas Gerais.

2-Todos os integrantes são os mesmos desde o início do grupo?
Kiko: Não, Já entraram e saíram muitos integrantes e os únicos que estão desde o início são o Sávio e o Wallace.
Atualmente o lineup é formado por:

Wallace – Vocal
Sávio – Guitarra/backing
Raphael – Guitarra
Sthefano - Baixo/vocal/backing
E eu Kiko na batera

3-De onde vieram?
Kiko: Ué, de Lavras mesmo, em MG(Terra do Sepultura).

4-Conta um vexame que passou em algum show?
Kiko: Ah cara... com a Aneurose ainda não rolou nenhum não.Ainda bem.

5-O que foi mais difícil que tiveram que enfrentar com a banda?
Kiko: Cara. Banda é compromisso e atitude e a Aneurose tem uma meta de vivermos dela. Ainda estamos bem longe disso e a cada passo que damos, descobrimos um novo mundo de informações e atitudes que precisam ser repensadas, adaptadas e geridas. A gente tem que agradecer pois a cena no Brasil está forte demais e a troca de informação também. Muita banda nacional fazendo show de igual pra igual com banda gringa e muitas vezes até muito melhor. Mas o público ainda não entendeu muito bem que tem um papel importantíssimo nessa história. E muitas vezes o músico também não.  Todos querem mostrar o próprio trampo, o novo clipe, o novo lyric, o novo álbum. Mas ninguém quer ver o do outro. Parece querer apenas ficar fazendo massagem no umbigo. Porra. A cena tá ai pra gente se ajudar e fazer ela crescer. E claro que você tem que divulgar o seu som. Mas divulga o som do parceiro da cidade vizinha também, da banda do bairro ao lado. E de bandas que estão crescendo. Todos só tem a ganhar com isso.

6-Qual a canção da banda q mais gostam?
Kiko:Não tenho uma preferida não. Depende muito do dia. Eu sou muito eclético e escuto vários estilos musicais bem diferentes e tudo depende do meu humor diário. E ainda bem que essa versatilidade está no disco e posso, se eu quiser, escutar uma música mais cadenciada, mais porrada, ou até mesmo mais viagem, pois tem no disco, saca? Então assim. Não tenho uma mesmo não.

7-Quantos shows fazem por mês? Qual foi o show mais marcante?
Kiko: Você trabalha com entrevistas de banda e sabe como funciona essas coisas. As vezes temos vários shows em um mês e as vezes ficamos meses sem tocar. Vai depender do foco da banda. Quando estamos compondo, não queremos sair para tocar tanto assim. E tem época que tudo que fazemos é tocar até acabar tudo.
Agora o mais marcante? Acho que sempre vai ser o próximo da banda. Todo show é aprendizado. E sempre nos apresentamos com 100% da nossa capacidade, injetada com nitroglicerina e uma pitada de álcool.

8-Quais as influências da banda?
Cara, a influência é pessoal de cada um. E cada um tem uma “escola” diferente. E a gente consegue juntar tudo isso no som que fazemos e pra mim isso é a mágica do negócio. O que rola quando tá todo mundo tocando junto no estúdio. Eu poderia dizer Charlie Brown Jr, Nirvana, Ramones, Sepultura, Soulfy, Cavaleira Conspiracy, SuicidalTendencies, SonicYouth, FooFighters, Disturbed, Meshuggah, Dream Theater, Kamelot, Claustrofobian, Vodoopriest,Furiainc, Hatefulmaaurder, e todas as bandas que estão fazendo a cena e dividindo palco com a gente ...

9-Como a família reagiu ao saber que escolheram estar no mundo da música? Qual o momento que se descobriram artistas?
Kiko: A gente vive o dia a dia. Com o profissionalismo que estamos tentando alcançar, acaba que temos 2 empregos.  Um que paga as contas e a banda, que por enquanto, é só investimento. As nossas famílias nos respeitam muito e comemoram cada meta atingida, cada show e cada camisa vendida pois elas vem a nossa correria desde o começo. Cara, Artistas?  A gente não pensa nisso não. Só queremos fazer um bom show de cada vez e destruir cada palco por onde passarmos.

10-As músicas são os integrantes que as compõe?
Kiko: As composições são feitas por todos e todos damos palpites em todas as partes.

11-Qual o maior sucesso da banda?
Kiko: Acho isso meio pessoal. Cada um tem a sua preferida. Eu poderia até arriscar a dizer que são HuntingKnife (nosso primeiro clipe), Drunk as skunk (nosso primeiro Drunken clipe) ou Butcher (nosso primeiro Lyric) mas achoque estaria sendo injusto com todas as outras músicas como Drink Like a man, ou DeatlhyColdChill,

12-Já teve alguma loucura de fã pra contar?
Kiko: Teve uma vez que uma menina reconheceu a gente no meio da multidão em um show no interior de MG. Ela pediu pra batera uma foto com a gente e quando chegou perto e abraçou o vocalista pra bater a foto, desabou em choro. Pra ela aquilo foi um momento mágico, saca? E esse retorno é legal porque percebe que agente consegue mudar o mundo, uma pessoa de cada vez.

13-Qual sonho vocês ainda pretendem realizar em relação a banda?
Kiko: Tocar nos maiores festivais do mundo seria a metal atual da banda.

14-Uma mensagem para pessoas que acompanham o trabalho de vocês?
Kiko: Só agradecer cada um que tem dado o suporte pra banda, indo aos shows, comprando nosso CD ou camiseta. E principalmente, bangeando até o show acabar. Logo logo nos vemos num show perto de você. Valeu.


J. Paulo Ferreira



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