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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

QUILOMBO: Ouça agora o EP “Itankale”!




A espera acabou! O debut EP dos paulistas do QUILOMBO, intitulado “Itankale”, finalmente pode ser ouvido de forma online e gratuita.

O trabalho foi disponibilizado em parceria com a Sangue Frio Produções em seu canal oficial do YouTube, que estreou ao vivo no último dia 03/09/2019, confira:



Com uma temática rica e forte, “Itankale” vem chamando a atenção dos amantes do Death Metal e Grindcore, e já está disponível também em seu formato físico. Para adquirir por apenas 10,00 (+ frete) entre em contato direto com o QUILOMBO pelo e-mail pandadrums@hotmail.com ou pelo Facebook em www.facebook.com/quilombometal.


Confira também a recente entrevista da banda para o programa Pancadaria Sonora, que foi ao ar no último dia 06/08 pela Rádio Container Pub Stop: https://hearthis.at/pancadariasonora/programa-pancadaria-sonora-42-reprise/

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
http://www.facebook.com/quilombometal
http://www.twitter.com/quilombodeath
http://www.sanguefrioproducoes.com/artistas/QUILOMBO/72
Fonte: Sangue Frio Produções

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Maniacs Metal Meeting: Contagem regressiva para um dos maiores festivais do Sul do Brasil



TÁ CHEGANDO! Um dos maiores eventos de Metal com camping do Brasil, o MANIACS METAL MEETING, está muito perto de acontecer. Isso mesmo, a edição de 2018, que contará com mais de 30 atrações, ocorrerá neste final de semana, entre os dias 30/11 e 02/12 na lendária Fazenda Evaristo em Rio Negrinho/SC.

Com bandas que vão desde o Power Metal até ao Grindcore, o MANIACS METAL MEETING estará trazendo o que há de melhor no Metal nacional, incluindo nomes lendários como MURDER RAPE, SEX TRASH, HOLOCAUSTO, ROT, REBAELLIUN e muito mais, confira o cartaz completo:


Acesse o evento no Facebook, confirme sua presença e obtenha todas as informações: https://www.facebook.com/events/137507243732456
SERVIÇO:
Show: Maniacs Metal Meeting 2018
Local: Fazenda Evaristo
Endereço: Rua Afonso Koeler, Rio dos Bugres, s/n – Rio Negrinho/SC
Data: 30/11 – 01/12 – 02/12
Ingressos – segundo lote: R$ 180,00 (estudante) – R$ 200,00 (+ 1Kg de ração) – R$ 380,00 (inteira)
Link da SYMPLA: http://bit.ly/MMM_2018
Pontos de venda de ingressos físicos: http://bit.ly/MMM2018_IngressosFísicos
Para cadastro de excursões acesse: http://www.maniacsmm.com/cadastre-sua-excursao/
Press release para imprensa: http://bit.ly/PR_MMM2018
Contato: contact@maniacsmm.com
Contato para assessoria de imprensa e divulgação:  www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites Relacionados:
http://www.maniacsmm.com/
https://www.facebook.com/ManiacsMetalMeeting/
https://www.instagram.com/maniacsmetalmeeting/
https://www.sanguefrioproducoes.com/clientes-corporativos/MANIACSMETALMEETING/26
Fonte: Sangue Frio Produções

quarta-feira, 25 de julho de 2018

TORTURIZER: "Acreditamos que até o fim do ano lançaremos um álbum inédito" - [ENTREVISTA]



A entrevista de hoje é com os maranhenses do TORTURIZER, neste bate papo conversaremos sobre os mais variados assuntos, como seu início, atuais trabalhos, cena nordestina, projetos futuros e muitos mais. Confira:

Como vocês se conheceram, e quando decidiram formar a banda?
Willian – Em 2011 eu já tinha tido algumas experiências com banda, e podemos dizer que por influência do Sepultura com os irmãos Cavalera acabei convencendo meu irmão a aprender um instrumento para formarmos uma banda, hoje ele assume a bateria, e nos juntamos a um amigo para segurar as pontas na guitarra, mas acabou ficando por pouco tempo, acabei assumindo as seis cordas, até conhecer o Luís na faculdade, tínhamos amigos em comum, e num certo momento nos conhecemos e acabei convidando para se juntar à banda, e eu passei a tocar baixo, um amigo, chamado Hugo também passou pelo grupo, mas acabou saindo e prosseguimos como um trio.

Como você crê que está sendo a recepção do público para o atual trabalho do Torturizer, “Slaughterhouse”?
Willian – As críticas estão sendo boas, pelo menos o que nos dizem a respeito são apenas coisas boas (risos).
Quais são as principais influências do grupo?
Willian – Cada um tem suas influências pessoais, e cada um acaba trazendo um pouco do que curte para dentro da banda, mas posso citar algumas bandas que os três gostam, e que eu acho que influenciaram diretamente no que nos tornamos, como Sepultura, Torture Squad, Kreator, Destruction, e o Slayer que creio que seja as principais influências para os três.

Existe a possibilidade de a banda realizar uma turnê nacional pelas principais cidades do País? E Europa?
Luís –
Com toda a certeza! O que mais queremos é levar o nosso som para todo o Brasil e também para fora dele!!! Mas também não depende só de nós! Existem vários fatores que contribuem para uma possível turnê, entre eles, produtores interessados. Por isso se tiver algum produtor interessado em levar a Torturizer para a sua cidade, entre em contato com a gente ou com a nossa assessoria, a Sangue Frio Produções. Queremos levar o nosso som para todo o país e para fora dele também! 


O que vocês indicariam para a galera que está começando a ouvir metal? E da cena nordestina? Quais bandas vocês podem citar para nossos leitores?
Willian –
Cara, tem muita banda boa, tantos as mais antigas quanto as mais novas, e hoje com a internet aí, ajuda muito a encontrar novos sons, mas vamos lá, se você tá iniciando a ouvir metal, ouça o Black Sabbath (risos), não tem como não citar, tem o Iron Maiden, aí vamos pesar, Slayer, Sepultura, Torture Squad, e aqui no nordeste tem várias bandas boas também, como a Serial Killer, Flagrvm, Unblooded, Mortos, Scud, Malefactor, entre outras que não me vêm à cabeça agora.


Qual a possibilidade de começarem a gravar um disco?
Luís – Na verdade já estamos fazendo isso! Tem um tempo que a banda já vem trabalhando em novas composições e gravando algumas faixas de pouco a pouco, acredito que até o fim do ano estaremos lançando um álbum inédito.

Como foi o processo da gravação do primeiro EP, “Faceless”, de 2016? E a recepção do público em relação a isso, tem sido como o esperado?
Luís –
O processo de gravação foi toda caseira, feita no meu home estúdio. Estávamos querendo lançar o nosso som para público conhecer e não tínhamos grana, a solução foi gravar por conta própria, me dediquei ao máximo trabalhando no áudio, nunca tinha mixado nada! Mas até que saiu bom (risos)! A recepção foi a melhor possível, resenhas superpositivas e o feedback do público melhor ainda! É um EP para se orgulhar em todos os sentidos.

Ouça na íntegra aqui:

Spotify: https://open.spotify.com/album/1AkXo0gstiTJWECccn4n5O
Deezer: http://www.deezer.com/album/42159261
iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/faceless/id1243711962?l


Como rola o processo de composição da banda? Todos contribuem com letras e melodias?
Luís –
Bom, as vezes rola de alguém já trazer uma música completa e daí só lapidarmos mais ainda ou também se nos reunimos e de algum ensaio sair alguma ideia que acaba gerando uma composição nova. Enfim, não existe uma regra, apenas funciona assim! Todo mundo contribui com tudo, trabalhamos em equipe mesmo, como se deve ser. Já na parte das letras geralmente quem fica mais à frente é o Willian, pois como ele que canta ele acha mais confortável de escrever, mas nada impede de outra pessoa ajudar também.

Vocês apoiam a legalização do download? Se tratando de underground, isso ajuda ou atrapalha a banda?
Willian –
Aí temos uma faca de dois gumes... Os downloads ajudam bastante, facilitam a difusão dos trabalhos, mas por outro lado, implica na diminuição de compra de materiais físicos das bandas, o que muitas vezes pode trazer prejuízo. É algo a se definir, pensar no mercado, aceitar ou não fazer o que faz... Nós disponibilizamos nosso material tanto em físico quanto nas mais diversas plataformas de streaming, acho que nos dividimos um pouco entre as duas formas de levar nosso trabalho às pessoas.

Quais são os planos da banda para o futuro?
Luís –
Sem dúvidas lançar o nosso debut e com isso também fazer shows para a divulgação do mesmo. Fazer um videoclipe também se encontra em nossos planos. 

Obrigado pela entrevista, o espaço é seu para mandar um recado aos fãs.
Luís –
Eu que agradeço a oportunidade de estar falando um pouco do nosso trabalho e pela força na divulgação. E para a galera que curte o nosso som, continue batendo cabeça com ele e divulgando para os amigos! Abraço! 

TORTURIZER É:
Willian Vieira: Baixo e vocal
Luis Baldez: Guitarra e backing vocals
Wilton Vieira: Bateria

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/Torturizer/
https://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Torturizer/39

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Entrevista: FUSILEER - Thrash Metal (Guarapuava/PR)


Quando falamos em Sul do Brasil, imediatamente nos vem à cabeça grandes bandas de Death Metal e seus segmentos. Porém, uma nova onda de bandas mais voltadas ao “Old School” vem surgindo naquela região. Ótimos representantes do Heavy Metal e Thrash Metal 80’s vem brotando a cada dia mais, e isso quem ganha são os Headbangers. Hoje conversamos um destes nomes, o FUSILEER, que a cada dia vem chamando mais a atenção dos “Thrash Maniacs” por todo o Brasil. Confira:

Primeiramente, fale um pouco sobreo início da banda. O FUSILEER se encontra com a mesma formação de origem?
Chrystian: Bom a banda sempre foi a mesma formação desde seu início, eu (Chrystian) e o Fernando começando a comprar alguns equipamentos e a intenção já era criar um som próprio, afinal nunca nos interessamos por cover (risos), não sabíamos bem que estilo que seguir e então foi fluindo gostos, referencias e aí o Adilson se interessou em tocar bateria e a evolução foi acontecendo, músicas saindo e aconteceu de tocarmos uma música somente em um show na cidade aí foi dado o pontapé inicial.

O que vocês podem falar sobre o EP “War Triumph”? Seu lançamento atingiu as expectativas?
Chrystian: Foi a primeira vez que a banda entrou em estúdio e a surpresa foi grande é completamente diferente de um ensaio ou mesmo um show, o resultado até melhor do que o esperado, houve bastante contato por meio de quem promove shows devido a esse EP, que chegou em lugares que não imaginávamos e agora por último a divulgação em mídias digitais o que deu um upgrade na imagem do FUSILEER.
O que o grupo pode adiantar sobre o novo álbum?
Chrystian: A respeito do novo álbum, surgiu a ideia a um ano atrás, mas tudo tem que ser bem planejado, nada com muita pressa e esse ano entramos em estúdio novamente bem mais experientes em questão técnica e musical, mais do que ninguém somos os que mais queremos ver o resultado final. Como falei um passo de cada vez. O que podemos adiantar que vai ficar ‘fodastico’ ainda em processo de gravação nossas expectativas já estão sendo superadas, estamos contando com o excelente trabalho do nosso brother Alessandro (Space K Stúdio) que está conosco desde a pré-produção do álbum, então tudo está sendo executado com o máximo cuidado e profissionalismo para que o resultado final seja o melhor possível.

Quais são as inspirações para as letras de vocês?
Chrystian: Então as letras são compostas de vários fatores algumas letras falam de guerras passadas acontecimentos que ficaram marcados, aos que lutaram pra ter sua honra, outras letras são críticas ao fanatismo extremo do ser humano em diversos fatores, religião, ideologias, crenças em geral e também as letras feitas em português como tem uma no EP “War Triumph” com o título “Extermínio” e nesse novo álbum “Extreme Torture” a faixa “Corrupção” são diretamente escritas ao caos que vive o Brasil atualmente.

Como funciona a parte composicional da banda? Todos participam de tudo, ou alguns focam na parte lírica enquanto outros na parte instrumental?
Chrystian: Então as músicas são todas feitas pelo nosso guitarrista, Fernando, a parte de composição instrumental é dele, algumas ideias minhas ou do Adilson acrescentam nos arranjos finais mais as músicas são todas feitas por ele, já na parte lírica sou eu mesmo que faço todas as letras da banda.

Quais são suas principais influências atualmente? Vocês têm planos de experimentar novas sonoridades no futuro?
Chrystian: As principais influências da banda é a escola alemã, principalmente Kreator e Sodom, mas também ouvimos bastante as bandas clássicas como Testament, Slayer, Tankard entre outras. Aí entra o gosto particular de cada integrante mais a base é o Thrash Metal bem feito, quanto a experimentar outra sonoridade nunca questionamos ao que queremos fazer “hail thrashers”.

Vocês lançaram o atual EP, “War Triumph”, no formato digital certo? Como foi esse processo? E em relação a este novo trabalho, o grupo pretende lançar também neste formato?
Chrystian: Isso mesmo, agradecemos imensamente a colaboração da Sangue Frio Produções/Records para esse processo fosse realizado, o apoio e o trabalho em cima desta divulgação seria bem difícil se dependesse apenas de nós até porque o tempo que temos é escasso para que possamos trabalhar em cima disso e quanto ao novo trabalho será certamente lançado nas mídias digitais afinal o alcance nestas plataformas digitais é extenso.
Spotify:
Na opinião de vocês, qual é a importância da internet para as novas bandas, e qual foi o papel dela ao longo da carreira da FUSILEER?
Chrystian: Hoje em dia tudo é da internet discos, álbuns, discografias são conhecidas com um clique apenas, então surgem bastante bandas, algumas com mais destaque outras com menos, mas tenho certeza que o trabalho não só do Fusileer como das outras bandas chegam em lugares que provavelmente não chegariam nesse tempo de estrada tivemos contato de vários lugares do Brasil em reconhecimento do trabalho e a curiosidade de pessoas em saber mais a respeito da banda.

Quais dos seus objetivos como banda vocês acham que já atingiram, e o que ainda esperam conseguir no futuro?
Chrystian: Bom sabemos que é difícil ser uma banda autoral e o que atingimos até hoje como banda foi conquistado passo a passo o que aconteceu não foi forçado o que conseguimos, os lugares que tocamos foi tudo acontecendo naturalmente os convites aparecendo a partir deste álbum a banda tem o intuito de divulgar de verdade o álbum onde for possível então assim que estiver tudo pronto mandaremos o material para quantos produtores conseguirmos, para que possamos crescer cada vez mais.

No metal temos muito divisionismo como conviver com todas essas diferenças estilísticas?
Chrystian: A respeito disso eu particularmente não tenho essa divisão e na minha opinião é hipocrisia, a banda não vê isso como problema em dividir palco com banda de outros estilos dentro do Metal.

Com a experiência no underground, quais são as lições aprendidas?
Chrystian: As melhores lições possíveis fazemos amizades conhecemos pessoas de diferentes lugares e tudo por uma única razão, vivemos isso respiramos underground e enquanto tiverem pessoas se mobilizado para que isso aconteça estaremos fazendo a nossa parte.

Ainda sobre novo álbum, vocês pretendem lançar algo para impulsionar a divulgação? Como um single, lyric vídeo ou quem sabe até um videoclipe?
Chrystian: Então o primeiro passo já foi dado a gravação do álbum, quanto mais material pra divulgação melhor, por isso não descartamos a possibilidade de um possível videoclipe ou um lyric vídeo talvez isso será um bônus (risos).

Deixamos aqui os espaços para as considerações finais, muito obrigados pela entrevista.
Chrystian: Nós que agradecemos pelo espaço cedido também agradecemos pelas parcerias que foram formadas para que esse álbum que está sendo feito seja finalizado Patrick (Sangue Frio Produções) Alessandro (Space K Studio) Thiago Bohler (Fug Design) pela arte que está quase finalizada e toda a galera que apoia o Fusileer. Podem ter certeza que esse novo trabalho do Fusileer está sendo feito para todos que já acompanham o trabalho da banda se surpreendam.
Obrigado!!!

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites Relacionados:
https://www.facebook.com/Fusileer/
http://fusileer.wixsite.com/fusileer
http://www.sanguefrioproducoes.com/artistas/Fusileer/42 

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Entrevista: Obscurity Vision (Balneário Rincão/SC)


Death Metal e Black Metal são, no Brasil, os estilos que mais crescem hoje em dia. Muitas bandas de ótima qualidade nascem, outras retornam e isso enriquece muito a cena nacional. Uma destas que retornaram chama-se OBSCURITY VISION, que completa em 2017, nada mais nada menos que 20 anos de sua criação, e para isso estão lançando um material inédito ainda para este ano. Vamos saber um pouco mais sobre todos estes projetos agora, em uma super entrevista com Luiz Rodriguez – guitarrista e fundador do grupo, confira:
Primeiramente conte-nos, como a banda começou? Como está a atual formação? E como vocês veem a banda 20 anos depois de sua criação?
Luiz Rodriguez: A banda, em meados de 1997, começou com um grupo de amigos, adolescentes, que se juntavam para beber, ouvir som, ir para o bar, sinuca, Hollywood vermelho, festas, enfim... sempre juntos, e por esta paixão por metal, resolveram montar uma banda, mesmo sem saber tocar instrumentos. Na época, eu (Luiz Rodriguez), tinha recém comprado um baixo, e estava aprendendo a tocar. O Rafael (vocal) chegou a tocar bateria um tempo na banda. Fomos aprendendo a tocar, apenas fazendo barulho para se divertir. A formação variava bastante na época. Por volta de 1999 a formação ficou fixa, estável, e o pessoal começou a levar mais a sério a banda, compondo músicas próprias, estabelecendo o nome “Obscurity Vision”. De lá para cá, muita coisa aconteceu, inclusive um bom tempo fora de atividade. Mas retornamos em 2016, juntamos todo o material feito nesse tempo todo (inclusive a 1ª música da banda, chamada “Apodrecendo”, cantada em português) ensaiamos, entramos em estúdio e começamos a gravar nosso primeiro full álbum.

O que vocês podem adiantar sobre este novo álbum “Dark Victory Day”?
Luiz Rodriguez: O álbum foi gravado no estúdio “A Todo Volume”, em Forquilhinha – SC, e queríamos uma sonoridade original, com som de instrumentos de verdade, com menos tecnologia possível envolvida. Nada virtual. E conseguimos um som muito bom neste sentido. Adaptamos algumas músicas antigas ao cast de hoje, e posso dizer que o álbum esta incrível. Conseguimos um artista sueco, muito conhecido na cena underground européia para fazer a arte da capa, feita sob medida para “Dark Victory Day”, e o resultado esta fantástico.  Temos muito orgulho deste trabalho.

Como foi a produção desse trabalho? De que forma essa nova formação influencia na composição e sonoridade?
Luiz Rodriguez: A produção foi feita com muita atenção aos detalhes, modificações em algumas músicas. Todos participaram de forma direta nesta parte da pré-produção. Cada músico tem sua característica impar, e adaptamos ao seu estilo músicas antigas. Algumas ficaram mais melódicas, outras ainda mais rápidas e brutais.

E como foi o processo de composição? Foi um trabalho conjunto?
Luiz Rodriguez: Grande maioria das músicas foi composta antes de 2016. O difícil foi reformular tudo à realidade de hoje. Muita coisa mudou, mesmo porque não tínhamos registrado estas músicas. Mas acho que chegamos a um entrosamento muito bom, que fluiu muito bem nestas adaptações.

Em comparação ao disco anterior, quais as semelhanças e diferenças que esse novo trabalho traz?
Luiz Rodriguez: Muitas (risos), nossa demo foi gravada em 2002, numa fase em que a velocidade que realmente importava. Foi uma gravação modesta, e nossa execução não foi das melhores. Mas mesmo assim temos muito orgulho dela, os Irmãos Bússolo fizeram um trabalho incrível com um equipamento muito modesto.
Quais foram às influências de vocês durante a gravação desse álbum?
Luiz Rodriguez: Nossas influências são basicamente as mesmas ao longo deste tempo. Música boa não enjoa. O bom e velho black metal como Handful of Hate, Rotting Christ, Sarcófago, Darkthrone, Burzum…. As de Death como Morbid Angel, Death, Carcass…

Como é compor Black/Death Metal?

Luiz Rodriguez: Um prazer sem palavras. É muito estudo e ao mesmo tempo feeling, para compor algo que soe com alma, e não apenas um aglomerado de notas. Já temos muitas idéias para músicas novas, e já já estarão nos shows.

Qual a sua visão sobre o underground atual? Casas fechando, bandas acabando ou entrando em hiato… Na visão de vocês, cena está enfraquecida?

Luiz Rodriguez: Acredito que já esteve pior, as bandas parecem estar aproveitando melhor a internet para fazer contatos, conhecer pessoas e lugares de cidade e estados diferentes, e até fora do Brasil. Sinto que tem um pessoal querendo se unir, andar e levar os outros juntos. Sempre haverá os estrelões, gente que montou 50 bandas, nenhuma deu certo e fica falando mal das outras. Mais aí é falta de caráter mesmo. O que tenho ouvido de novidade das bandas, é coisa muito boa. Falta as vezes um pouco mais de capricho na produção, tanto musical, como de um show em si. Mas estou muito esperançoso e empolgado.

E quais os próximos planos da banda agora? 

Luiz Rodriguez: Tocar, tocar e tocar. Divulgar o “Dark Victory Day” até onde for possível, e quem sabe mais. Pegar estrada, divulgar tanto no corpo a corpo como virtualmente, esse disco que foi feito com muita honestidade e trabalho.

A banda pensa em levar seu trabalho para fora do Brasil?

Luiz Rodriguez: Com certeza. Contatos sendo feitos, e muita vontade de divulgar a banda em tudo quanto é canto. Tivemos vários feedbacks de fora do Brasil sobre a Demo e sobre nosso single de 2016 “I Can See”, e todos positivos.

Gostariam de deixar alguma mensagem para os leitores?
Luiz Rodriguez: Queremos pedir a todos amigos que já conhecem o som da banda, e a todos os Bangers que ainda não conhecem, que em setembro de 17 esta saindo este disco, com uma sonoridade bem diferenciada, brutal, pesada e melódica. E que estaremos sempre prontos para conversar, trocar material, só chamar através de um de nossos canais, e serão muito bem recebidos.
Ave Obscurity Vision.

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/obscurityvision.br
http://www.obscurityvision.com/
http://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/ObscurityVision/40

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Entrevista: Atlantis - Heavy Metal - Jaraguá do Sul/SC

Foto: Banda/divulgação
É extremamente digno falarmos que dentre os principais emergentes da nova onda do Heavy Metal brasileiro está o ATLANTIS, não só pelo som que o grupo vem apresentando, mas pela extrema notoriedade que o mesmo vem ganhando no cenário nacional. Hoje conversarmos um pouco com a banda para sabermos mais sobre seu início, atuais e futuros projetos e muito mais. Confiram:

Como se deu início ao grupo até que se chegasse na atual formação?

Atlantis: Começamos como um cover de Angel Witch, eu (Tino) sou o único membro da formação original desde então, passamos por muitas mudanças na formação até chegarmos na atual com o Bruno Eggert na bateria e o Jonathan Odorizzi no baixo, a qual está muito bem entrosada.

Sendo uma das emergentes bandas do Heavy Metal Nacional, qual é a sua opinião sobre a atual cena metal no Brasil?

Atlantis: A cena é muito forte em algumas regiões mas querendo ou não sempre há “panelinhas” que dividem os ‘bangers’, infelizmente é algo que parece que não muda.

Falando sobre as bandas que influenciam vocês, quais são?

Atlantis: As nossas maiores influências são as bandas da N.W.O.B.H.M. que surgiram no começo dos anos 80, como o Angel Witch, Diamond Head e Iron Maiden, entre outras, mas também temos grandes influências nas bandas novas que seguem a mesma linha, como o Cauldron, Skull Fist e Enforcer.

No geral, a atmosfera do Atlantis apoia o espírito Heavy Metal old school, bem longe e todas as modas e tendência atuais que se infestam em nossa cena. O que inspira a banda a fazer as composições?

Atlantis: Nos inspiramos no espírito oitentista do Heavy Metal, tanto na sonoridade quanto nas composições.

Vocês têm algum tipo de “ritual” antes de cada show? Se sim, ele muda de acordo com o lugar que vocês tocam?

Atlantis: Acho que o único ritual que temos é tomar umas geladas mesmo e muda dependendo do cachê (RISOS).
Foto: Banda/divulgação
Tem algum estado em particular que vocês notaram uma grande ligação com o grupo?

Atlantis: Em São Paulo fomos muito bem recebidos por todos e, com certeza, foram alguns de nossos melhores shows.

Fale um pouco sobre o álbum “Hotter Than A Burning Church” e como vem sendo a recepção dos fãs em relação a ele?

Atlantis: O “Hotter Than A Burning Church” foi um álbum que mostrou a grande evolução da banda em relação ao primeiro EP, composições mais bem trabalhadas e o entrosamento da banda superforte. A recepção dele foi muito boa, tanto que ambos os lançamentos, em fita k7 e em CDs, as cópias foram rapidamente esgotadas.
Qual foi a retrospectiva da banda em relação ao ano de 2016?

Atlantis: 2016 com certeza foi o melhor ano para a banda, tivemos o lançamento do “Hotter Than a Burning Church”, tivemos vários shows importantes, como os em São Paulo, e ganhamos bastante notoriedade, sem falar nas novas amizades que fizemos.

Quais são as expectativas para este ano de 2017, uma turnê mais extensa? Se sim, onde?

Atlantis: Esperamos terminar algumas gravações ainda este ano e lançar novos materiais e se possível fechar mais shows tanto na região quanto fora, no momento só temos um show marcado para março em Cascavel.

Obrigado pela disponibilidade e atenção, Por favor, deixe uma mensagem às pessoas que comparecerão aos shows do Atlantis.

Atlantis: Só temos a agradecer ao pessoal que comparece aos nossos shows, compra nosso material e ajuda a divulgar nosso som, sem vocês nós não seriamos nada. E que quiser chamar a gente para um role é só entrar em contato com o pessoal da banda ou diretamente na página. Agradecemos a oportunidade da entrevista também, um grande abraço a todos!!!

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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Entrevista: Malkuth - Black Metal - Recife/PE


Extreme Aggression: Primeiramente, agradeço pela entrevista. Já são mais de 20 (vinte) anos de carreira e a evolução do MALKUTH é algo extraordinário. Como você analisa toda esta trajetória desde o seu primeiro CD ORGIES IN THE TEMPLE OF CHRIST (BASTARD SON) - 1994 até o mais recente trabalho de estúdio CD EXTREME BIZARRE SEDUCTION (relançamento) – 2016?

Sir Ashtaroth:
Saudações! É uma trajetória repleta de batalhas, na qual participamos de muitos shows ‘undergrounds’ excelentes, tanto locais como fora do nosso estado, além de termos feito amizades com muitos headbangers a nível nacional. Também passamos por diversas formações e fizemos 6 lançamentos oficiais em CD.

Extreme Aggression: Recentemente surgiu a ideia do Live “NOITE DE NECROMANCIA”? E como foi a gravação desse show?

Sir Ashtaroth: Sim, foi um lançamento feito pela Arena Metal (PE) com 100 cópias em formato CD-R profissional. A gravação foi feita ao vivo em um show realizado em Outubro de 2014 num tradicional festival local intitulado “Pré-Helloween”, no Cabo de Santo Agostinho/PE. Sempre quisemos ter um registro comemorativo em áudio oficial de um show ao vivo nosso e então surgiram a oportunidade e a ideia.

Extreme Aggression: Existe alguma música favorita entre vocês ou alguma em que vocês notam que o público se empolga mais quando tocam ao vivo?

Sir Ashtaroth: Particularmente, acho isto bem relativo por que alguns gostam mais das nossas faixas mais antigas, enquanto outros curtem mais as da fase atual.

Extreme Aggression: Como avaliam o cenário para as bandas de Black Metal nacional nesse momento? Há mais espaço para divulgação e realização de shows ou não houve nenhuma mudança substancial nesse sentido?

Sir Ashtaroth: Temos excelentes bandas nacionais de Black Metal, que na maioria das vezes não ficam para trás das bandas gringas, muito profissionais e com sons de qualidade! Quanto aos espaços para divulgação vejo crescer substancialmente, porém isto não vem acontecendo quanto aos espaços para shows, cada vez mais difíceis e caros.

Extreme Aggression: A banda pretende ingressar em uma turnê na Europa em breve?

Sir Ashtaroth: É um projeto para o futuro, visto que para isto tem de se ter todo um planejamento e logística bem executados.

Extreme Aggression: Vocês poderiam descrever algumas influências da banda?

Sir Ashtaroth: É uma pergunta um tanto difícil de responder, visto que cada membro atual possui seu gosto particular pela música obscura. Creio que o resultado final de cada opus é essencialmente um reflexo de cada gosto particular de cada membro. Nota-se muito a “pegada” do Metal grego, alemão e nórdico em nossas músicas.

Extreme Aggression: E o que vocês ouvem quando tem algum tempo disponível, seja na estrada ou em momento de descanso. Alguma sugestão que você acha interessante no mercado atualmente?

Sir Ashtaroth: Eu costumo buscar e ouvir muitas bandas de Depressive, Atmospheric e Raw Black Metal e algumas de Death Metal mais desconhecidas da cena underground. Gosto de selecionar e buscar o novo e desconhecido neste meio. São muitas as bandas dos confins do mundo, ficando difícil citá-las uma a uma.

Extreme Aggression: O MALKUTH comemora mais de 20 (vinte) anos de uma carreira notável. Quais são seus maiores objetivos daqui para frente, talvez algo que ainda não alcançaram após todo esse tempo?

Sir Ashtaroth: Obrigado pelas palavras. Nossos objetivos hoje são espalhar a nossa ideologia musical pelos quatro cantos do mundo e gravar e lançar o nosso material novo em breve.

Extreme Aggression: Contem-nos um pouco mais do que a banda prepara para um futuro próximo?

Sir Ashtaroth: Estamos lapidando músicas novas e em breve entraremos em estúdio para gravarmos, mixarmos e masterizarmos o que será o nosso sétimo álbum oficial de estúdio.

Extreme Aggression: Agradeço pela oportunidade. Deixe um recado para os fãs da banda e para os nossos seguidores. Abraços e sucesso sempre!

Sir Ashtaroth: Nós é quem agradecemos pelo espaço e oportunidade! Mantenham sempre a chama do Metal Obscuro e Underground acesa! Up the fire!
Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:

https://www.facebook.com/MalkuthOfficial/
http://sanguefrioproducoes.com/artistas/Malkuth/38

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Deadpan: Retrospecto mais que positivo em 2016

A banda de Death Metal DEADPAN teve um ano daqueles! Desde o lançamento do bem recebido “In Aliens We Trust”, o grupo oriundo de Florianópolis/SC não parou, com shows por quase todo o Brasil e também no exterior a banda levou o debut EP em diversos lugares do país.
Mas o retrospecto positivo não fica somente pelos shows executados, já que a banda tem recebido inúmeras críticas positivas sobre o EP, e essas críticas não se limita só no Brasil. Confira alguns trechos de sites falando sobre o “In Aliens We Trust”:
“este trio brasileiro oferece um Death Metal muito técnico e progressivo.” - Musical News (ITA): http://www.musicalnews.com/articolo.php?codice=33187&sz=4
“Vocais ríspidos, uma guitarra que despeja riffs absurdamente pesados e uma parte rítmica que não só se mostra muito técnica, como consegue dar grande diversidade aos 6 temas presentes no EP.” - A Música Continua A Mesma: http://musicacontinuaamesma.blogspot.com.br/2015/09/deadpan-in-aliens-we-trust-2015-ep.html
“É um disco atrativo, divertido, fácil de escutar, seu conteúdo é interessante e sua apresentação muito profissional, bonita e completa.” - The Resistance Webzine (CHI): http://www.theresistance.cl/2015/08/cd-review-deadpan-in-alien-we-trust-2015.html
Confira o clipping completo e semanalmente atualizado, com todos os links de reviews, entrevistas e matérias especiais: http://www.sanguefrioproducoes.com/upload/clipping/Deadpan.pdf
Vale também ressaltar alguns destaques do DEADPAN na revista Roadie Crew – a maior do Brasil na atualidade – totalizando três aparições, sendo uma importante e esclarecedora entrevista.
Confira todas as datas de 2016 da “In Tour We Trust”: http://bit.ly/Deadpan
Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Fonte: Sangue Frio Produções

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