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terça-feira, 10 de abril de 2018

Resenha:Circo de Fantoches - Do Justo Ao Novo Ideal


Uma verdadeira cacetada na orelha. Sim, este “Do Justo Ao Novo Ideal” é um verdadeiro atentado a esta sociedade brasileira carcomida. A banda em questão é a paulista CIRCO DE FANTOCHES, que nos brinda com um trabalho extremamente bem gravado e composto, sendo facilmente um dos destaques do ano, principalmente para os que curtem Thrash Metal com pitadas do bom e velho Rock N’ Roll.

A produção foi assinada por Thiago Bianchi, que não requer aqui maiores apresentações. O cara meio que pegou a proposta do grupo e elevou a um patamar altíssimo! Só por este fator, a CIRCO DE FANTOCHES já ganha a partida com larga margem de gols. Os músicos desempenham bem os seus respectivos trabalhos, com ótimas atuações individuais mas, ao mesmo tempo, soando coesos e atuando de forma integrada, para a obtenção de um bom produto final.

A arte da capa reflete o que encontraremos nas letras das músicas em questão, o que fica logo evidente na ótima “O Circo Tá Pegando Fogo”, sempre com críticas fortes, repletas de sarcasmo e ironias, que por conseguinte vale-se mencionar as excelentes 500 Anos” e “O Último Que Restou”.

Quer um conselho? Conselho de amigo?! Não perca a CIRCO DE FANTOCHES de vista! Excelente trabalho…


Nota: 09.0/10.0

Por Ruan Nakamura

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Resenha: Seventh Sign From Heaven - Judgement of Egypt (2017)




Criada em 2016 por  Mark Neiva(ex Metraton),a banda Seventh Sign From Heaven  tem apenas um material,um EP de 5 faixas que foram gravadas no Magnus Studio e produzido por Carlos magno .

As guitarras desse EP são fenomenais ! elas criam Melodias grandiosas que fazem você querer mais e mais ,com um vicio ! os solos são “Pé no chão” nada de solos mirabolantes com mil notas jogadas,são solos que beiram o simples e que enriquecem sua musica. O contra- baixo faz seu papel de manter a musica em um único estilo(marcação ferrada nas guitarras) e da um suporte pra bateria que muitas vezes precisa de uma pegada maior.O vocal e os backvocais são brilhantes  digno de aplausos.

O som da banda teve uma encorpada maior na segunda parte do EP (3 faixa em diante), a banda tem mais liberdade nessa parte.as melodias ficaram mais fortes,o uso de violão em uma musica completa , a pegada do baixo e da bateria mudaram em relação as primeiras faixas.

 Com certeza sua melodia é a melhor característica da banda!

O material gráfico é excelente , Digipack bonito com fotos e letras da banda ,alem da capa que tem uma Art de primeira linha criada por Marcus Lorenzet e as fotos por Stephanie Fidelis.
Com certeza esse matéria vai ficar bem a mostra na minha estande,trabalhos como esse não devem ficar esquecidos e a única coisa triste é que é um EP, só estou imaginando essa belezinha como um álbum completo.

Faixa a faixa :

Na primeira faixa da banda "Judgement of Egypt" a banda mostra um metal tradicional excelente,com influencia por bandas clássicas no estilo,o riff por exemplo é melódico,é aquele riff que não joga notas atoa,mas o solo começa com uma puxada de distorção animal e isso acaba com qualquer pescoço.ainda tem as duas guitarras juntas Alá Judas Priest para fechar a faixa.

Segunda faixa "The devil fers your name" tem um ótimo trabalho do backvocal com o vocal principal,o riff faz a bateria "dar" mais de si.o baixo é como na primeira faixa ! ele pega as sobras da bateria e da guitarra e quase não tem um momento individual. Em geral a faixa é uma beleza !

Terceira faixa "Paid on the cross" é daqui em diante que a banda muda a pegada de seu som e começa a ser mais trabalha do que era nas faixas anteriores.A Jam entre as duas guitarra no começo da faixa é sensacional ! um dos melhores momentos do material.solo perfeito,bateria melhorando e assim com começa,a musica termina com aquela pegada maravilhosa do começo da faixa.

A quarta faixa “Pain in Your Eyes” tem como violão o principal instrumento e uma atmosfera totalmente bonita.A quinta e ultima faixa é “The Return” apresenta um riff pé no chão,novamente com trabalhos ideais de backvocais.uma coisa que achei interessante foi a liberdade que o contra baixo teve nos momentos de solo dos dois guitarristas,achei essa iniciativa adequada e totalmente valida.


Membros:

Vocal/ Guitarra : Mark Neiva
Guitarra: Álvaro Mkbrian
Bateria: Filhin Nascimento
Baixo : Zinha Soares


Nota:9,5


https://www.facebook.com/pg/seventhsignfromheave/photos/?ref=page_internal

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Resenha: Phelan - Wise and Free


Eu gosto mais de estilos mais extremos, mas procuro não me fechar contra outras vertentes. Até por isso, vim completamente sem preconceitos escutar este novo álbum da PHELAN. Os caras vêm do Paraná e trazem neste “Wise And Free” um trabalho bem detalhado, o qual traz muitas referências à cultura daquele estado, pegando como fio condutor a cultura Guarani.

A arte da capa é belíssima e meio que entrega o conteúdo das letras, que vem a ser um dos, senão o principal, destaques do disco. A produção é muito boa, com composições bem estruturadas e um vocalista que usa e abusa dos vocais agudos, o que pode vir a ser incômodo para alguns. Outro ponto bacana, e que não pode passar despercebido, é a presença de instrumentos não comuns ao Heavy Metal, tais como: harpa Guarani, percussão e flautas.

Apesar das referências ao Shaman (principalmente da fase do Andre Matos) e Iron Maiden, a PHELAN procura andar com as suas próprias pernas, nos trazendo um CD coeso e que acabou me ganhando pela sua sinceridade. Como destaques, a faixa título e “Storm Eagle” se sobressaem das demais, pelo menos em um primeiro momento.

Nota: 09.0/10.0

Por Ruan Nakamura

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Resenha:Ready To Fuck - In The Altars Of Fornications (2012)


Fundada em 2004 pelo Lazaro Dahmer e Marcos Barbatos a banda de São Gonçalo Ready To Fuck é uma banda de Metal Extremo,seu primeiro trabalho foi a demo tape "Inicio do chaos"(2005),"The Obscure Side Of Sexism (2007)" e "In The Altars Of Fornications" em 2012 .

Com uma bateria programada,a banda traz nesse Demo muito ódio e agressividade,que fica evidente nas faixas "One kiss in satans as" e "Noites em sodoma ". A guitarra em  uma ou duas faixas fica um pouco apagada,coisa que na minha opinião foi causado pela bateria,que ficou metralhando e as vezes não dava pra ouvir o riff.O baixo estava uma beleza ! alto,pulsando fervorosamente e uma linha bem decente,A bateria eletrônica estava irregular se mantem acima dos outros instrumentos da banda,o vocal é sensacional,ficava alternando entre rasgado e gutural ,tal elemento deixou as musicas bem melhores.

As quatro faixas são excelentes,cada uma tem uma diferença em questão de ritmo e prioridades e esse fator ajudou a não ser algo chato de se ouvir. e estou torcendo para um próximo material da banda que lapide os elementos de sua musicas e que possa ajuda-los a ganhar mais notoriedade na cena.

Se você gosta de sujeira,agressividade,putaria e não tem nenhum amor pela vida, essa é uma banda ideal para você começar a ouvir !

Faixa a faixa :

A primeira faixa "One kiss in satans ass" alem do nome pertubador dessa faixa, a coisa é totalmente pesada,um trabalho bacana da bateria que não para um minuto,um baixo que mesmo com a bateria se impondo na musica;conseguiu seu lugar e a guitarra poderia ser um pouco mais protagonista.A segunda faixa "Intense sadism" logo no começo da faixa o baixo e a guitarra trabalham juntos,era disso que eu estava falando,quando a bateria e o vocal então de um forma animal,porem a guitarra continua com o seu protagonismo,coisa que nao aconteceu na primeira faixa, em geral a faixa é muito boa.
A terceira faixa "Noites em sodoma" Uma faixa mais direta,sem muito instrumental trabalhado,mas com aquela clássica violência que amamos,baixo forte,guitarra excelente,vocal rasgado e gutural e uma bateria interessante ,não com aquela precisa da primeira faixa,mas ótima. essa faixa é um prato cheio !
A quarta e ultima faixa do material é "Morbid Pleasures" Opa, mas uma faixa que a bateria domina,porem o baixo nao fica atras,somente a guitarra que se apaga um pouco .
Destaque: Noite em Sodoma


Mais detalhes do material:


Formação da Demo:
Nihil - vocal
Barbatos - Baixo e guitarra
Charlie Hass - Guitarra

faixas:
1- One kiss in satans ass
2- Intense sadism
3- Noites em sodona
4- Morbid Pleasures


Nota:4,0/05




terça-feira, 12 de dezembro de 2017

RESENHA: ROCKING RIDERS - LIVE DEMO 2017.

A banda Rocking Riders, dois anos depois de seu primeiro álbum "Rock In The Night", gravou seu novo material no formato "Demo Live" em setembro de 2017 no Estúdio To Mega Therion, que consiste em captar a banda ao vivo preservando o feeling natural da música e proporcionando um ótimo custo beneficio, ideal para quem quer gastar pouco e ter bons resultados.

Rocking Riders é uma banda de Heavy Rock formada em 2010 em Contagem MG, por Luciano Roberto (Guitarra & Vocal), Vinícius Santos (Guitarra), Michael Euler (Baixo) e Júlio César (Bateria).

O quarteto apresenta um som pesado e direto, influenciado por bandas clássicas do Rock e do Metal. As letras abordam temas como guerras, fatos históricos, problemas políticos e/ou de ordem social, ganância e a maldade humanas e, é claro, tópicos falando de Rock 'n Roll. Dessa forma, devido à diversificação musical e à variedade das letras, os quatro músicos têm decidido tocar pesado e alto suas próprias canções que são oriundas do verdadeiro e consistente Rock ‘n Roll.




Na mesma pegada do material anterior "Rock In The Night", vamos citar aqui a musica "Viper" do álbum em questão. A música Lex Talionis tem a mesma estrutura, o mesmo ritmo, além de se parecer muito com a faixa citada anteriormente, o que não é um erro da banda, pois é a sua marca, é o seu estilo!

Claro que também há elementos novos em sua música, por exemplo, a segunda faixa da Demo "Void In Life - Thy Mistake" é diferente, é mais calma. Não se arrisca muito pelo menos não no começo, porém em seus solos se mostra um Feeling monstro. Essa faixa é as vezes lenta, e dá pra sentir um pouco de Black Sabbath em suas estrutura, principalmente nas levadas dos riffs.




Faixas:
1-Lex Talionis
2-Void In Life

No caso de uma Demo,classificarei daqui em diante com as notas de 01 a 05.

Nota:04/05




Citada no texto:



sábado, 2 de dezembro de 2017

Resenha:Necromancer - Forbidden Art (2014)


O Necromancer foi formado no final de 1986, quando dois irmãos (Luiz Fernando e Luiz Cláudio) juntaram-se a amigos comuns e colegas de colégio. A formação original era: Marcelo Coutinho (vocais), Robert Haulfon (guitarra), Luiz Fernando (guitarra), Alex Rocha (baixo) e Luiz Cláudio (bateria). A ideia inicial do grupo era trabalhar dentro dos gêneros Heavy/Thrash Metal, com influências de grupos como: Slayer, Kreator e Destruction.

Com aquela clássica junção de Death com Thrash,a banda Necromencer que contem apenas um álbum em sua discografia o "FORBIDDEN ART" de 2014, álbum que resenho nesse artigo !

O material da banda não deixa nada a desejar ! faixas cadenciadas (até demais),Riffs consistentes e as vezes sujo, solos técnicos que em media são dois por musica,Vocal agressivo,porem efetivo;baixo aparecendo algumas vezes,mas sem algo marcante.

Os pontos negativos do material: faixas quase idênticas(muda uma coisa ou outra) não precisar ter uma mudança radical em cada musica ,mas é bom ter coisas diferentes(elementos) dentro de um álbum.as vezes fique um pouco desligado,um ou duas vezes por causa do primeiro fator citado.uma pegada mais vibrante do baixo pode chacoalhar as coisas para um lado mais eufórico por parte do publico.em Geral a banda realmente me deixou contente !

O material tem dois tipos de estrutura. da primeira até a sexta as faixas se interligam(instrumental arrastado,cadenciado) e depois entre as faixas 07 e 09 o som ficou mais"DIRETO" ,mais agressivo e mais dinâmico .essa mudança de tom achei algo que surpreendente e bom para o som da banda,mostrar dois lados da mesma moeda abre portas e no caso de um primeiro álbum e bom porque não deixa fixo que a banda seguirá aquela vertente/estilo.

Parabéns para os membros da banda ! 

A arte gráfica é LINDA,esse rosto com esses galhos...! o encarte é simples,porém informativa com as letras e fotos dos membros da banda.

Destacadas deixo as faixas "Middle Ages" e "The Rival".



FAIXA A FAIXA:
Logo em sua primeira faixa que é uma introdução, a banda já mostra aquilo que veremos no álbum !

Faixa dois:"Necromancer" faixa com um pouco de cadencia,bateria e guitarra em um trabalho simples ,porem com muita competência ! e uma guitarra que demostra um ótimo solo.
Faixa três:"Deadly Symbiosis" faixa que começa com quebradas leves,guitarra puxando sua atenção para o seu solo e seu riff que contém muita cadencia.
Faixa quatro: "Dark Church" Riff parecido com os anteriores ,porem com uma pegada diferente por parte da bateria,solo rápido e dinâmico com leves subidas e caídas de escalas, alem de dois solos também temos nessa faixa um mini solo de baixo,que é o ponto alto da faixa em questão !
Faixa cinco: "Havocs and Destruction" realmente tenho uma “queda“ por introduções desse tipo que depois de uma guitarra limpa, vem a bateria e começa a festa com aquela mesma maldade na guitarra , até em tão o melhor riff do material.depois o vocal e a bateria dominam a musica .
Faixa seis: "Middle Ages" que isso em ! riff super inteligente e ainda marcante ! a junção desse riff com o vocal ficou algo realmente aterrorizante e mini solos que lembram um Doom Metal do Saint Vitus,não só o riff ,mas também o esqueleto desta faixa,porem com uma guitarra mais rápida. um ultimo adendo a essa musica, o riff aos 3:50 é algo sensacional!
Faixa sete: "Plundered Society" essa é a faixa mais direta e "Rápida" até então no álbum,técnico,sujo e com o vocal se colocando a frente dos demais elementos.
Faixa oito: "The Rival" segunda faixa mais pequena em questão de duração do material.Rápida,agressiva e bem suja também ,parece que em seu final de material a banda optou por algo mais "DIRETO"!
Faixa nove: "Desert moonlight" opa um riff magnifico,com a bateria metralhando kkk momento único meus amigos. Rápida com vocais emocionantes que te colocam quebro da faixa.



A formação atual da banda é: 
Marcelo Coutinho-Vocal
Luiz Fernando-Guitarra
Alex Kaffer-Guitarra
Gustavo Fernandez -Baixo
Vinicius Cavalcanti- Bateria

Musicas:
1 - Necromantia (Intro)
2 - Necromancer  
3 - Deadly Symbiosis 
4 - Dark Church
5 - Havocs and Destruction
6 - Middle Ages  
7 - Plundered Society
8 - The Rival 
9 - Desert Moonlight

Nota:8,0

Adquira o álbum:

Redes Sociais:

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Resenha : Dying Suffocation - In The Darkness Of The Lost Fores


“In The Darkness Of The Lost Forest” é o primeiro álbum complete da banda DYING SUFFOCATION, e os caras acertaram a mão nele, principalmente por conta do seu Doom Metal, que em momentos flerta com o Death, ser bem engajado no que o estilo prega como estética.

A afinação é bem baixa, deixando tudo muito grave, contribuindo assim para um peso absurdo em todas as composições que fazem parte desta bolachinha. Distribuído pelo pessoal da MS e, estranhamente não lançado por eles, o trabalho é bem embasado e a sua temática narrativa é a segunda parte de uma história, que será finalizada com o lançamento do seu próximo EP.

A sonoridade é bem coesa, reflexo também de uma excelente pós-produção. Trabalhos com tons tão baixos são extremamente difíceis de se masterizar, mas aqui, felizmente, tudo soa no seu devido lugar e sem qualquer tipo de confusão sonora. Deste modo, pode ouvir as ótimas “The Angels” e “When I Die” sem medo, pois o DYING SUFFOCATION vai conseguir te transportar rapidinho para o mundo sombrio da música extrema.

Mais um grande trabalho que chega à luz do dia, de uma banda que merece muito reconhecimento por parte da nossa cena. Agora fazendo parte do catálogo de uma major, imagino que os próximos trabalhos terão ainda mais amplitude em termos de suporte.

Nota: 09.0/10.0

Por Ruan Nakamura

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Resenha: The Undead Manz - The Rise Of The Undead



Partindo de uma proposta mais moderna, a banda THE UNDEAD MANZ, chega ao mercado com seu primeiro álbum, intitulado “The Rise Of The Undead”, tentando revigorar no país um nicho que não é tão bem aceito. Mas será que conseguiram tal feito? É o que vamos descobrir…

Estes caras podem até não mudar o foco do público para o estilo que abraçaram, mas pelo menos eles estão fazendo a parte que lhes cabe. Tendo como referências bandas como Deathstars, Godsmask e Sevendust, estes brasileiros ligam o “foda-se” para as tendências e se desventuram por terrenos tortuosos, sempre com muita personalidade. As composições apresentadas neste disco não soam complexas, aliás, é na simplicidade que o quarteto me ganhou. Ouvir músicas como “OBM” e “Fearless” é tarefa fácil e por demais prazerosa, mesmo que eu não tenha tanto contato com este estilo.

Contando com um visual condizente com sua proposta musical e, agora, tendo uma gravadora major por trás, o THE UNDEAD MANZ tende a crescer cada vez mais, principalmente no exterior, onde, certamente, conseguirão respeitabilidade de forma mais rápida.

Nota: 09.0/10.0

Por :Ruan Nakamura

sábado, 7 de outubro de 2017

Resenha Tumulto – Conflitos Sociais 2016


Banda formada em 1991 em Foz do Iguaçu, no Paraná.banda que tem uma ótima historia na cena underground, seu trabalha mais recente é  “Conflitos Sociais” que é um relançamento de seu LP-Split chamado “Conflitos Sociais”, dividido com a banda Death/Thrash Morthal,na época lançado de forma independente e As faixas do Tumulto foram produzidas por Rédson, do Cólera.

Esse relançamento tem 9 faixas,que totalizam 22 minutos de pura agressividade,sendo 6 faixas autorais e 3 faixas covers.O material foi gravado no Embrio Studio,o produtor de gravação foi o Emerson Pereira, a mixagem e masterização ficou a cargo de Anderson Vieira,a fotografia por Kleber Cerezer e a arte de capa ficou a caro de Eliciel Dreher.

O álbum tem uma guitarra rápida,crua, com riffs genuínos e solos técnicos que demonstram todo o poder dos dedos do Germano(vocal e guitarra),faixa como "Conflitos Sociais" que mostram a alma do guitarrista.o baixo é muito essencial nesse material, ele da peso,arredonda a musica,faz a ligação entre a guitarra e a bateria, e bem uma linha de emocionar qualquer um,parabéns senhor Rafael Feldman.A bateria é pesada, tem seus altos e baixo,mas em media faz um ótimo trabalho.O vocal é excepcional, sua linha vocal é interessante,mas não única. Os refrões das musicas ficaram muito bom nesse estilo vocal.

Elementos de Thrash são colocados no material,mas o foco é Hardcore.os três instrumentos deram um bom resultado final. E a produção atual deixou as musicas bem mais diretas, que o lançamento anterior.Seu trabalho gráfico é bom, com um encarte que mostra as suas letras e a ficha técnica do álbum.alem de uma capa sensacional que fica no mesmo conceito daquele Split de 92,só que bem melhor não é ?

Um relançamento apropriado para a banda,que ganha muito com 3 covers de 3 EXCELENTES bandas brasileiras.A banda tem alguns trabalhos registrados como: LP-Split Conflitos Sociais (1992) com a produção de Redson (Cólera), a Demo-Tape Tumulto (1993), Tributo ao Dorsal Atlântica (1996), CD-Demo Holy War (2002) e CD Fight (2007) com a produção de Ciero (Estúdio Da Tribo) e Frank Blackfire (Ex-Kreator e Sodom). Além desses registros, teve muitas participações em coletâneas.

Um ótimo material,que com certeza indico para você leitor, ! te garanto não se arrependerá ! e agradeço ao Gleison Junior por ter enviado esse material !

"Se você não tem esse material em sua coleção me desculpe,você é BOBÃO !


QUERO MAIS UM LANÇAMENTO DA BANDA ! TALVEZ UM INÉDITO  ?


Faixa a faixa :
A primeira faixa da banda é "Realidade" Faixa direta,que mostra como a banda trabalha em suas composições.
A segunda faixa “Massacrados” desde o inicio pesada,como uma linha de baixo bem ativa,sua guitarra é genuína e a bateria dando aquele ritmo fudido para a banda,refrões  animados e bem executados e um mini solo que deixou a musica mais rica . A terceira faixa é “Corruptos” faixa mais trabalhada,riff de guitarra superior as anteriores,o baixo me deixando bem feliz kk que coisa sensacional e a bateria em junção com os outros elementos funcionam muito bem nessa baixa, e um solo no final da faixa,solo que é bem trabalhado e me deixou bem animado .
A quarta faixa “Conflitos Sociais” nome que dá titulo ao material, nessa faixa o guitarrista demonstra um pouco de sua habilidade perante a guitarra,baixo fervendo e uma pesada thrash é bem utilizada nessa faixa.A quinta faixa “Humanidade Desumana” oppa ! , mais uma faixa “Thrash” e com a sua introdução trabalhada,que logo migrou para um Punkcore bem agressiva ,  em destaque um refrão muito bom, cantei junto !!
A sexta faixa do material é “Sociedade é uma prisão” faixa que pega a mesmas técnicas utilizadas anteriormente.um riff animado ao estilo clássico do Punk .
E a banda dá novas vidas a musicas de nossa cena como “Meu Filho”, do Câmbio Negro HC, “Desconstrução”, do Ação Direta, e “Medo”, do Cólera.Cover’s que claro ganharam uma nova roupagem e caíram muito bem no álbum .
Destaques:Full 



Formação 
Germano Duarte – Vocal/guitarra
Rafael Feldman – Baixo
Marcio Duarte – Bateria

Músicas
01- Realidade
02- Massacrados
03- Corrupto
04- Conflitos Sociais
05- Humanidade
06- Sociedade é uma Prisão
07- Meu Filho
08- Desconstrução
09- Medo

NOTA:10




quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Resenha Misconducters - Circadian


O Misconducters teve início no começo de 2008 na Inglaterra, onde Den, seu idealizador,morou por 10 anos, voltando eventualmente a residir no Brasil, dando origem, assim, a novas versões do power trio.A proposta musical sempre foi fazer um som livre de modas ou tendências, mas seria justo tentar descrever o estilo como uma mistura bem balanceada entre Hard Rock, Metal e Punk. –msmetalagencybrasil


Seu quarto álbum e mais recente é Circadian,material que venho resenha nesse artigo.

Com oito faixas totalizando uma duração de 33 minutos,o quarto álbum da banda se mostra totalmente superior aos demais,uma pegada um pouco maior.A guitarra do Power trio Den,mostra sua habilidade e sua criatividade,perante a guitarra,com os riffs de  “Invasion” e “Reset”,alem das demais,ou seja nesse material não existe uma linha de guitarra ruim,nem solos nem riffs.O baixo é bem envolvente,unido com a bateria e a guitarra,alem dos mini solos em que o baixo se encontra.a bateria trás peso e técnica pra o som da banda, muitas vezes até ajuda a guitarra com sua agressividade.Já o vocal é agressivo e trabalha bem com os demais instrumentos.

Como deu para perceber,a arma da banda é a sua química,cada instrumento completa o outro.Alem do material gráfico que ficou excelente,uma capa com mistério envolvido e um encarte com letras de suas musicas em inglês e fotos dos membros.

Com 4 EPS e 4 álbuns ,a banda é prato cheio pra você que quer conhecer uma banda que tenha influencias dentro do punk,do hard e do Heavy Metal.Recomendo muito esse material ,vale muito a pena ter ele ! Fico feliz por ter ele em minha coleção !,E agradeço ao Eduardo da MS metal Agency por ter me enviado esse material !



Faixa á faixa:
A primeira faixa do álbum é “Invasion”  faixa que inicia o matéria com uma boa impressão, um riff bem trabalhado,animado e empolgante.Baixo e bateria fazendo sua parte com clareza e com elegância.A segunda faixa é “Reset” faixa que começa com um trabalho magnífico da bateria com a guitarra,e quando entra o vocal a coisa fica linda.riff elegante e uma linha de baixo de dar inveja,e um mini solo final pra fechar bem a faixa.

A terceira faixa é “Wasting Away” faixa que já se inicia com uma ótima conversa da guitarra com o baixo,uma diferença das faixas anteriores é que essa,se utiliza algumas quebradas de leves por parte da guitarra.A quarta faixa é “Misconducter” faixa que da nome há banda.a musica tem um envolvimento do baixo bem forte,a guitarra com sua linha meio técnica e sua bateria dando peso e sentido pra musica,essa faixa é um prato cheio,além de ser bem agressiva,característica qual não havia sido mostrada nas faixas anteriores !

A quinta faixa é “Circadian” faixa que dá nome ao material.a introdução da faixa é sensacional,ela flerta com o crossover,a bateria pesada e bem envolvida na faixa,alem da guitarra ser muito veloz,Solo técnico,rápido e com um Felling sensacional !.A sexta faixa é “New Line” faixa animada,riff empolgante,bateria metralhadora,Baixo sendo essencial com sua linha bem formada e tocada e o vocal agressivo.

A sétima é próxima faixa é “Power driven”faixa com um riff de guitarra bem diferenciado,gostei !. vocal arrasando novamente,baixo e bateria fazendo sua parte,em destaque um mini solo da bateria ! e um solo sensacional da guitarra que envolve muita técnica .
A última faixa do álbum é “Bad Slave” que é a menor faixa em questão de minutos,sendo 2:44. Faixa  veloz,tanto a guitarra,quando o  baixo a bateria e o vocal é bem agressivo,como o padrão da banda manda ! uma faixa direta que fecha o quarto álbum de estúdio da banda !
Destaques:Todas !


Tracklist: 
1. Invasion 
2. Reset 
3. Wasting Away 
4. Misconducter 
5. Circadian 
6. New Line 
7. Power Driven 
8. Bad Slave

domingo, 6 de agosto de 2017

Resenha : Kalibak - Tales of Astonish


A falecida Balisttica,deu lugar ao uma nova banda que traz elementos novos e um som bem ampliado há Kalibak,surgiu em 2015 e lançando uma Demo,que trás 3 musicas que estão aqui nesse material.O primeiro álbum completo da banda “Tales of Astonish” foi lançado em março de 2017.

Esse material é magnífico,excelente,ou alguém outra definição de FODA,um material que apresenta riff de guitarra sensacionais com dosagens melódicas e bem criativas.a bateria é fundamental no trabalho da banda,as vezes ela se destacava das demais,outras ela se juntava com o vocal,ou com o baixo e deixava a faixa com uma superioridade e uma magnitude,que sejam a arrepiar.o baixo trabalha bem pouco sozinho(solo,quase nada ) ela trabalha bem e junção com a bateria.o vocal é digamos boa,gosto muito da voz do senhor Zampiere ,os refrões da banda são sensacionais,a forma de cantar e seu timbre é quase marcante e único.

Pontos negativos do álbum: as vezes a musica retorna varias vezes na mesma,as durações são bem grandes ! a menor  é 4:58 e a maior é 7:19,porem a media das faixas ficam entre 5 e 6 minutos.eu sempre aprecio o instrumento BAIXO, é um instrumento relevante e uns dos mais importantes dentro de uma musica,no caso um solo, ou talvez umas aparições maiores.

O material físico é simples , papel envelope , por mim nem ligo,mas tem gente que enche o soco das bandas por causa disso.no caso é bonito demais.alem da capa que foi feito pela Vitoria(não consegui o sobrenome ).Produzido pelo Daniel Carvalho,as letras são escritas pelo Mito JP Zampierre,que envolve o mundo nerd no meio do metal.o único arrependimento que tive ao escutar esse material foi que, eu recebi há alguns meses , e estava ocupadíssimo . gostaria de ter escrito sobre o matéria na época em que o Zampiere me enviou,obrigado pela honra alias !,recomendo para fãs de   Black Sabbath, Accept, Iron Maiden,Running Wild e Judas Priest.

Garanto,vale muito a pena adquirir esse material ! caso queira compra-lo entre no seguinte link:



Faixa a faixa :
A primeira faixa a iniciar o material é “Queen of the Black Coats” faixa que estava na Demo da banda ,na época que a banda tinha o nome de , na época que resenhei  essa demo, tinha me surpreendido com essa musica ! pois ela tem um refrão marcante um Riff técnico ,uma bateria exemplar e um linha vocal que combina com o que esta sendo falado e tocado !

A segunda faixa é “Season of Mists” só de cara o Riff me pega de jeito ! uma obra sensacional  que trabalha com o vocal e a bateria de forma impressionante,um solo com um pouco de técnica e felling sem exagero.A terceira faixa chama-se “Black Shark” que tem um Riff obscuro logo em seu inicio;instrumental impecável nessa faixa,o baixo também aparecendo para dar umas bambeadas insanas e um solo magistral em seguida vem um riff cadenciado nas influencias de Black Sabbath.

A quarta musica “Choose Your Weapons” tem uma levada mais rápida Alá Thrash metal,bateria rápida,riff e baixo se evolvendo e um solo aos 2 minutos que arrepiaram os meus cabelos ,em geral a musica e bem agradável e se encaixa bem entre “Black Shark” e “Extreme Powerless”.A próxima faixa é “Extreme Powerless” faixa que já inicia com uma riffada sensacional nas influencias de Running Wild,e nessa faixa na hora do refrão a musica meio que fica lenta;uma jogada bem legal alias.

A sexta faixa é “Robotic Sense”  faixa que claramente refrete influencias em Running Wild e Accept e Iron Maiden.faixa bem melódica , uma bateria e um baixo que trabalham juntos , um riff de guitarra com influencia marcante de Iron Maiden,técnica com um pouco de velocidade e na hora do termino do solo ,a bateria pega o destaque e destrói tudo.A oitava faixa é “Demilitarized Zone (DMZ)” riff interessante e bem criativo,parabéns ! . bateria na mesma  e seguindo o vocal do Zampiere,Uma ótima dupla alias.a faixa  mostra uma cadencia que lembra Black Sabbath,já o solo é incrível e não deixa há desejar !

A ultima faixa do material é “Rage of Lies” faixa com mais duração do material . essa ultima faixa é tudo que vimos durante o álbum,instrumental pegando fogo,um riff inteligente ,uma bateria  boa e um baixo quase não aparecendo,um solo que puxa aquele sentimento que é uma “beleza”  e um dos melhores solos do álbum e claro essa faixa fecha o material com chave de ouro sem duvidas nenhuma !
Destaques: Queen of the Black Coats, Season of Mists, Black Shark , Choose Your Weapons e Demilitarized Zone

2017-Independente

Membros :
JP Zampiere - Guitars, Vocals and Neuromancer.
Daniel Carvalho - Drums and A.G.E (Alien Genetic Engineer).
Gleyson Pimenta - Bass and Space Mapper.
Henrique Borges - Guitars and Cosmic Time Traveller



NOTA:9,0



terça-feira, 18 de julho de 2017

Resenha: Exorddium - Leviatã

A Exorddium foi formada em 2004, no estado de Minas Gerais, tendo dois álbuns de estúdio “Sangue Ou Glória” de 2013 e o mais recente Leviatã (2017).Com 8 faixas o segunda álbum de estúdio da banda se mostrou grandioso,com ótimas faixas e com um grupo que evoluiu um pouco desde seu primeiro lançamento em 2013 com o álbum “Sangue ou Glória”.

Nesse álbum a banda apresentou o melhor de seu Heavy Metal  mantendo as influencias em Iron Maiden e Judas Priest,mas também flertando com outros gêneros como o Thrash e o Doom.A guitarra é formidável ! seus Riffs (por exemplo em Leviatã ) e solos (por exemplo em Irmãos de Metal ) são fundamentas e bem criativos,a bateria é empolgante e pesada, o baixo não tem muito nome nessa material ! só na ultima faixa que o instrumento se demonstrou  “SUPERIOR”  aos demais.Já o vocal é sensacional  , boa técnica,ótima voz e alguns refrões que me fizeram cantar a musica, e claro me deixar empolgado !


O material gráfico é normal com encarte que apresenta as letras da banda e uma foto do grupo.A capa é outra coisa sensacional desse material ! muito bonita ! e que foi feito pelo Marcel Briani.

O álbum foi gravado no Estúdio Engenho pelo produtor musical André Cabelo (Chakal). E traz participações de grandes nomes do Metal nacional e da cena mineira como: Marcelo Loss (Concreto), André Cabelo (Chakal), Tom Leandro (ex-Sarcasmo), além de Fil Ferrer (ex-Wrath Tears), Tiago Alves (ex-Exorddium), Rafael Amaral, Rively Sanches (Dunkell Reiter) e Roberto Reiter (Dunkell Reiter), e o formato físico foi lançado no dia 01 de Abril de 2017.

Minha nota para essa banda é refletida pelo meu gosto e adoração do material tanto a qualidade das musicas em questão de estúdio,tanto na qualidade gráfica e claro as musicas !tenha certeza que a nota que daria a banda mereceu e deixando já clavado aqui nesta postagem EU ADOREI O MATERIAL DA BANDA !  e gostaria de um álbum superior a esse, no próximo lançamento da banda ! Parabéns Exorddium !



Faixa a faixa :

“Oceano das Almas Perdidas” é a faixa inicial do CD , faixa que reproduz instrumentos acústicos . em seguida “Leviatã” faixa titulo do álbum entra em ação !  Riff adulto(criativo),o trabalho da bateria casa muito com o riff e o baixo nessa musica, alem  de um refrão sensacional , que claro me fez cantar junto ! e quase me esquecendo de dizer que aquele comendo da bateria alguns segundos antes de entrar o solo principal,foi formidável !

“Hail” é a terceira faixa do material. Faixa que tem uma levada uma pouco mais rápida por parte da guitarra,bateria mais uma vez marcando a musica da banda , dessas vez uns dos destaque é o solo sensacional  que me fez ficar entusiasmado por mais .Logo depois temos “Irmãos de Metal” musica que se destaca : o refrão ( irmãos da guerra,irmãos do metal kkk sensacional),o Riff que é bem criativo e empolgante e claro os solos que demonstra um pouco da técnica dos guitarristas da banda.ainda mais naquela parte logo no final que o refrão e a guitarra ficaram lado a lado,tipo um dueto,coisa linda !

A próxima faixa é “Coração de Aço” que inicia com o áudio de motos ,a base da guitarra é formidável ,alem da bateria que faz um ótima trabalho nessa faixa também ! e claro nessa musica temos o melhor solo até agora desse álbum, técnica e melodia aprimorados .A sexta musica do álbum é “Brinde a Vida” a faixa se inicia com um ótima trabalho entre a bateria o baixo e a guitarra, e o vocal quente como sempre  . a sétima faixa  é “Filhos da Noite” faixa que demonstra um riff especial nunca antes visto por mim, outro destaque é os solos dessa faixa só ouvindo pra saber !

E chegamos até a ultima faixa ! que é titulada de “Dama das Sombras” faixa rápida,que aos 01:30  fica lenta , no estilo Doom Metal do Black Sabbath ! com a linha de baixo sendo a base principal da faixa,alem do clima obscuro e Dark da faixa . logo depois aos 03:20 a faixa volta as origens  com sua velocidade e bateria sensacional. E assim vai ! a faixa fica alternando entre esses dois climas . e meu deus (kkkk) que solo é esse ? e essas distorções no final da faixa que me deixaram arrepiado !! Sensacional !!
Destaques: Leviatã, Irmãos de Metal e Dama das Sombras


Formação:
Eduardo Bisnik – Voz
Fernando Amaral – Guitarra
Paulo César – Guitarra
Nicolas Cortelete – Baixo
Jailson Douglas - Bateria


NOTA:9,5



sábado, 27 de maio de 2017

Resenha : Inner Call - Inner Call

 
(MS METAL AGENCY - 2015)

O Inner Call nasceu como “On The Rocks”, em Salvador/Bahia, tendo em sua formação músicos de outras bandas conhecidas na cena local(Bahia), como Postmortem e Facção.até que mudaram o nome para Inner Call.tendo um material que é um álbum chamado "Inner Call" que contem 9 faixas,sendo 8 em CD(porque a intro esta ligada com a segunda faixa).material que hoje venho resenha a vocês.

O som da banda gira em torno de três gêneros do Metal que são o Heavy,Power e o Thrash Metal com uma puxada tremenda de Melodia.Por parte das guitarras que ficam nas mãos do Rafael e do Renato,eles tem uma química tremenda,um solo complementa o outro,os riff são sensacionais e bem pés no chão, os solos são técnicos,rápidos e as vezes com um pouco de Feeling, recomendo a faixa numero 6 "The Payment".A bateria faz sua parte com maestria,e o baixo preenche os espaços da guitarra,já o vocal é algo formidável elevou o nível musical da banda.

O material gráfico da banda  é boa com um encarte simples que mostra as letras de suas musicas.A banda é formada por músicos excelentes que visam o instrumental e a melodia .Essa é mais uma excelente banda da Bahia que deve crescer muito na cena local. 

é uma pena que desde quando ganhei esse material eu tenha demorado muito para resenhar e até ouvido o material, cara que arrependimento.A banda ganhará uma nota justa pelo seu nível de Produção e de músicos.



Depois de uma introdução mais ou menos, vem a faixa "The Dark Ages" faixa que dá uma impressão positiva da banda  , com seu riff e os solos puxados para a melodia,uma bateria coesa e um baixo se escondendo um pouco.e uma backvocal feminino que em junção com o vocalista ficou excelente.Logo depois temos "Ride From Hell" terceira faixa, que demonstra um riff muito marcante(um dos melhores do material),temos também um show por parte do vocal do Fabio,um solo que demonstra muita técnica e uma velocidade mediana,e essa musica é mais puxada para o Heavy Metal clássico mas com um pouco de melodia,diferente da primeira que é praticamente puro Power Metal.
Na quarta faixa "Reason" logo de primeira percebi que essa faixa é puxa para o Thrash Metal com melodia e um toque de modernidade.depois de quase a metade da faixa ser instrumental,entra o vocal no mesmo estilo que o vocal tinha utilizado nas faixas anteriores.percebi que o foco da banda é no “instrumental”,pois todas as faixas exceto a ultima são "Grandes".A próxima faixa é "Inner Call" faixa que dá nome a banda e ao seu primeiro material que resenho neste momento.ela tem alem de melodia, uma jogada magistral por parte da bateria e o riff que me impressionou bastante pelo jeito que é tocado,parece ser único.
Na sexta faixa "The Payment" opa mais uma faixa puxada para o lado do Thrash até no jeito de cantar,que as vezes chega a ter um voizinha rasgada.alem de ser agressiva, e a bateria e o baixo em cima com tudo.alem de um solo totalmente diferente das demais ouça e tire suas próprias conclusões.A 7 faixa "Live in The War" começa rápida,mais logo se acalma e deixa o vocal sozinho,logo depois vem aquele peso que da um tesão do caramba.Também apresenta um Refrão marcante e poderoso,e temos a presença de um violão que deixou a faixa mais em evidencia.
A oitava e penúltima faixa "Bad Minds" é rápida,com um elevada de bateria impressionante e um riff bem elegantemente dinâmico,mais uma aula de Thrash que modula com outros estilos com o Heavy Metal.
E chegamos a última faixa que é chamada de "I'm Back is Rock'n'Roll" faixa que já começa daquele jeito ! veloz ,com a bateria pegando fogo e uma rifferama que destaco aqui.
Destaques:Todas as faixas
 Membros: 
Fabio Lima - Vocais
Luiz Omar - bateria e backings
Regis Farina - Baixo
Rafael Perera – Guitarras
Renato Passero – Guitarras

Track List:
01. Intro/The Dark Ages
02. Ride From Hell
03. Reasons
04. Inner Call
05. The Payment
06. Living In The War
07. Bad Minds
08. I’m Back (This Is Rock N’Roll)

Nota : 10,0 (Primeiro 10 que dou em uma resenha)


Informações do álbuns e link para comprar o material:


terça-feira, 16 de maio de 2017

Resenha: Profecia do Caos - Pregação da Maldição


Oriunda de Poços de Caldas em Minas Gerais, foi formado em 2014, a banda tem um álbum “ Pregação da Maldição” que foi lançado de maneira independente pela banda em 2017.

A banda apresenta um Death Metal rápida e ao mesmo tempo cadenciado com por exemplo na segunda faixa "Olhos Vendados",Metalcore e até mesmo Hardcore são ouvidos nesse material.As guitarras mostram alguns riff's bons outros nem tão bons assim,e mesmo tendo dois guitarristas a banda não apresenta solos de guitarra no material.A bateria é excepcional e marcante, com alguns metralhadas e linhas bem pesadas.O baixo aparece algumas vezes fazendo mais que a base,como em um solo na ultima faixa "Pregação da Maldição".E o que mais me surpreendeu foi o vocal do Edu Kammer que utiliza um gutural forte,cavernoso,as vezes rasgado e é uma das melhores características da banda .

O material gráfico da banda é comum, com um encarte que apresenta uma foto em grupo da banda,as letras que nem preciso dizer que são excelentes e sua capa comum, porem bonita.Produzido  pela própria banda,a arte gráfica ficou a cargo do guitarrista da banda Fábio Basso.Gravado e masterizado no Studio Athenas,em Poços de Caldas/M.G.

A produção não é la essas coisas,mas um cuidado nunca é demais.Deixei de citar também que a banda canta suas musicas em Português,coisa que esta crescendo em nossa cena, principalmente bandas de Death/Core !

Se seu próximo material for nesse nível,a banda só tem a ganhar !

A primeira faixa desse material é "Profecia" faixa rápida,com o destaque maior sendo a bateria do Brenner e o gutural forte do Edu Kammer.Em seguida a segunda faixa chama-se Olhos Vendados" o riff se destacando nessa faixa com um riff cadenciado e um pouco arrastado, e novamente a bateria !
A terceira faixa "Punição" Nessa faixa o riff mais uma vez demonstra a força que a banda tem em suas composições de guitarra.a bateria em junção com o vocal te deixa empolgado.A quarta faixa "Nostradamus" faixa sensacional, ela proporciona uma vontade de baguear enorme,alem de ser uma das faixas mais pesadas e rápidas do material.
A quinta faixa "Pilhagem"com a bateria e o riff iniciando a musica,o voca entra de uma maneira surpreendente,um riff interessantemente diferente depois dos primeiros segundos de musica, alem de um show por parte do vocal nos segundos finais da faixa. "Apocalipse De Ódio" já inicia-se na pedrada, com o baterista metralhando.e nessa faixa o baixo da suas caras a tapa,com uma linha de empolgante e firme.
A sétima e penúltima faixa do álbum é "Visões" com um riff com varias “Quebradas” e claro uma bateria ativa,pesada e consciente,alem de um momento trabalho em junção com o baixo,instrumentos que acabaram elevando a musica da banda nessa faixa.
A oitava e ultima faixa "Pregação da Maldição " com uma introdução envolvendo a guitarra e um gutural cavernoso,que logo depois se juntou com os demais instrumentos,deixando essa faixa bem mais agradável.e para me surpreender um solo de bateria e baixo que implementaram essa faixa.
Destaque:Full Songs


Faixas:

1. Intro/Profecia
2. Olhos Vendados
3. Punição
4. Nostradamus
5. Pilhagem
6. Apocalipse de Ódio
7. Visões
8. Pregação da Maldição

Integrantes:

Fernando - Baixo
Brener Valverde - Bateria
Fábio Hannibal - Guitarra
Edu Kramer - Vocal
Marcel - Guitarra

Nota:8,5


domingo, 30 de abril de 2017

Resenha:Fatal Scream - From Silence To Chaos

 

Criada em 2014,mas oficializando a formação em 2014, o som da banda Fatal Scream se envolve em 5 estilos dentro do Metal. que são o Thrash Metal,Power Metal,Groove Metal,Heavy Metal e Metal Progressivo.
Nesse álbum lançado em 2016 contem 9 faixas que se focam nos 5 estilos citados,mas fortemente se envolve mais nos estilos Groove,Heavy e Power Metal.com dois guitarristas a banda se mostra forte na guitarra,com riff's marcantes e sensacionais solos que demonstram velocidade,técnica e melodia. A bateria do material é um destaque por completo . o baixo destacando algumas vezes,mas esta la fazendo seu trabalho sem muitos estragos.Já o vocal da Carol é algo que possa ser destacado.seu timbre e sua técnica vocal são algo simplesmente sensacional.

O encarte é de abrir e fechar  , algo que realmente gostei no encarte é que as letras da musicas mostram quem esta fazendo o solo em cada momento especifico. isso ajudou muito no decorrer da resenha !  Ponto  para a banda .


Com influencias em diversas bandas mais como destaque cito o Pantera e Helloween.Um trabalho maduro que logo renderá ótimos frutos.
A primeira faixa é só um introdução , digamos que é uma musica ambiente.já a segunda faixa "Kuller Wolf" a banda coloca a mão na massa e apresenta essa faixa com o riff de guitarra sendo um dos destaques,a influencia em bandas do anos 90 como o Pantera já são mostradas logo na segunda faixa do material,não deixaria de destacar o solo, que é sensacional ! A junção de uma velocidade mediana com técnica e pouco Feeling ,fazem uma junção interessante.
Depois temos "Trapped" Faixa extremamente veloz ,com seu riff de guitarra e sua bateria desconcertante,e claro suas quebradas durante essa faixa são destacadas com prazer,alem de um momento com um vocal limpo da Carol e um solo que diferente do anterior,esse foi mais técnico.
A quarta faixa "Before The Judment" faixa que inicia com um clima calmo e pacifico de violão ,baixo e vocal.mal saberia eu que depois viria um petardo de bateria e uma guitarra entrando para a festa !, o solo dessa faixa apresenta mais melodia do qualquer outra coisa que poderia ter em um solo de guitarra como técnica,Feeling e velocidade,não são necessárias essas caracteriza para que um solo seja boa e essa faixa demonstra isso !
A quinta "Betrayer" essa faixa é a que mais se desenvolve o Groove Metal da banda. com seu baixo destacado e seu riff de guitarra poderosíssimo com distorções enlouquecedores e um pequeno solo abaixo dos demais apresentados anteriormente.
A sexta faixa "Mental Prison" meus amigos essa faixa apresenta o melhor riff de guitarra do material,a bateria em junção com a guitarra demonstra um maturidade excepcional. o solo desta musica não deixa nada a desejar com velocidade,técnica e melodia.coloco essa faixa no pedestal do álbum com certeza.
A sétima faixa "Utopia" se inicia com a guitarra fazendo seu excelente trabalho com o solo intro do guitarrista zé,essa faixa é mais puxada ao Power Metal,pedais da bateria são um dos destaques desta faixa,assim com o solo do Aricó.
A oitava faixa chama-se "Last breath" essa faixa inicia-se com a mão na massa,depois essa se estabelece e se torna cadenciada,melodicamente é a faixa mais puxada para esse lado do material.depois ela volta as origem do material com as famosas “Quebradas” puxando um solo que é mais melódico que técnico,posição da banda que achei favorável.porque um álbum que apresenta o mesmo estilo de solo nas 9 musicas me levam a pensar que banda/guitarrista não sabe fazer outra coisa.
A nona é ultima faixa "Machine head" faixa pesadíssima  , que apresenta um riff interessante e uma bateria mediana, com o baixa estralando,com o destaque sendo o vocal da Carol mais um vez e dois solos fantásticos e solo final acompanhado a letra para fechar o marcador.
Destaques:Trapped,Mental Prison e Last breath.


Formação:
Carolina Lima (vocal);
Diego Aricó (guitarra);
José Roberto Cardoso (guitarra);
Rodrigo Hurtiga (guitarra);
Carlos Lourenço (bateria).

Faixas:
01 – From Silence To Chaos
02 – Killer Wolf
03 – Trapped
04 – Before The Judgment
05 – Betrayer
06 – Mental Prison
07 – Utopia
08 – Last Breath
09 – Machine Head

Nota:9,5


domingo, 16 de abril de 2017

Resenha:Terrorsphere – Blood Path

 Formada em fevereiro de 2014 das cinzas da banda Invisible Enemy,Terrosphere, conta com 4 integrantes e seu primeiro material foi lançado com 5 faixas em 2016.

Esse material apresenta uma excelente(pra não dizer foda) guitarra,tanto os riff que são bem criativos quantos os solos que são rápidos e cheio de técnicas com por exemplo na segunda faixa "War Curse".a bateria apresenta ao logo do material algumas viradas,alem de seu peso fundamental para a banda e a técnica do baterista,ou seja a bateria se mostra um destaque do EP.o baixo quase não aparece ou deu um sinal de vida,mas para ouvidos mais atentos pode se dizer que ele estava fazendo seu trabalho direitinho. o vocal é cavernoso e intenso.com pouco mais de 20 minutos, o material deixou aquele famoso “ Gostinho de quero mais ”.

A qualidade sonora do material não é ruim ,mas também não é excelente.a capa é sensacional e bem chamativa, e seu encarte simples mais pratico.

Gostei muito do material e terá com certeza uma nota a altura.

A primeira faixa "Assassinos" faixa a unica cantada em português do material. essa faixa é rápida,raivosa e técnica,sua guitarra é eletrizante,sua linha de bateria é especial e o seu vocal cavernoso formaram uma junção incrível, e logo na primeira faixa já me deu uma vontade de baguear e isso é incomum em bandas atuais.
A segunda faixa "War Curse" riff de guitarra interessante,ainda mais com essas distorcidas,baterista com sua mão pesada,eleva a bateria de um jeito fantástico.e um solo cheio de técnica,e chega dar arrepios.
A terceira faixa "Terror Squad" essa faixa é bem diferente das demais apresentadas até agora no material,essa apresenta uma riff cadenciado, e puxando uma influencia de bandas como obituary,riff na mesma qualidade dos outros,bateria fazendo sua base com peso e técnica e um solo um pouco a baixo do esperado.
A quarta faixa chama-se "Bood Path" a faixa logo se inicia com a guitarra e a bateria pegando fogo,mais uma faixa que demostra claras influencias no Death Metal oriundo da Florida.a faixa também apresenta um ótimo solo com técnica e bem pouco no aspecto velocidade.
A quinta e ultima faixa do material chama-se "Mind Control" outra faixa que já começa pegando fogo,essa faixa apresenta por parte da bateria algumas viradas,faixa meio arrastada,mas ao mesmo tempo veloz da para entender?,e também é uma faixa bem animada, com seu riff puxando um solo sensacional.
Destaques:Full Songs.



Formação:
Werner Lauer (baixo/vocal);
Udo Ricardo (guitarra);
Francisco Neves (guitarra);
Victor Oliveira (bateria).

Faixas:
01 – Assassinos
02 – War Curse
03 – Terror Squad
04 – Blood Path
05 – Mind Control

NOTA:9,0


Contato: 043 – 9672 3931

sábado, 1 de abril de 2017

Resenha: Concept Of Hate - Black Stripe Poison

A banda fundada em 2009,a banda tem somente um material que é este EP com quatro músicas, gravadas no Estúdio Chile e lançadas em 2015 de forma independente.

A banda com 4 faixas mostra que tem potencial e que pode evoluir,seu instrumental fica entre PANTERA e SEPULTURA,Sua guitarra é de acordo,Seus riffs são até bons mas podem melhorar, e infelizmente o material só teve um solo que foi na ultima faixa a "Sanity in Not An Option" que se tivesse mais técnica e mais um tempo de solo seria perfeito.A bateria é sensacional palmas para o bateria,Sua velocidade e sua técnica me deixaram de boca aberta,essa metralhadas são sensacionais e seu destaque em questão de volume achei que deu certo. enquanto ao baixo,foram poucas aparições que tiveram algum impacto com na ultima faixa "Sanity in Not An Option". já o vocal é aquele padrão de sucesso do meio underground , magnifico !!

Enquanto o material gráfico, o material é feito com envelope,que é padrão atualmente,já que o material é um EP , e arte de capa é formidável !

Estou ansioso por um novo material da banda , e tomará que seja algo incrível .



A primeira faixa chama-se "Black Stripe Poison" o riff dessa faixa é um pouco abaixo do que esperava,mas a bateria compensação,vocal naquela linha de Thrash/Heavy e essa faixa já mostra a intenção da banda,com seu Groove Metal com características mais modernas.
A segunda faixo do material "In Human Nature" a faixa começa com a guitarra e a bateria se "aquecendo",riff de guitarra fazendo um junção interessante com a bateria,que linha de bateria meus amigos .. que linha !!,logo aparece as famosas "Quebradas" que naturalmente faz parte do Estilo da musical da banda,a cozinha nessa faixa é sensacional.
A terceira faixa "Chaospiracy" Essa faixa já começa com tudo ! guitarra a todo vapor e o baterista com uma metralhadora na mão,considero uma das melhores do EP.
A quarta e ultima faixa chama-se "Sanity in Not An Option" mas uma faixa que começa com tudo,vocal na mesma linha que as demais ou seja nenhuma troca de estilo vocal,bateria a mil novamente,e guitarra um pouco abaixo das demais, mesmo claro da primeira faixa. e uma ótima cozinha,o baixo e bem "marcante" nessa faixa, e essa faixa foi a unica do material que teve um solo,ta foi um solo curto e quase sem técnica nenhuma,mas foi um solo !

Destaques:In Human Nature,Chaospiracy e Sanity in Not An Option.

Black Stripe Poison - Concept Of Hate (independente, 2015)

Tracklist
01. Black Stripe Poison
02. In Human Nature
03. Chaospiracy
04. Sanity Is Not An Option

Line-up
Flávio Giraldelli - vocais
Daniel Pereira - guitarras
Rafael Biebrach - baixo
Takashi Maruyama - bateria

Nota:8,0

quarta-feira, 22 de março de 2017

Resenha : Stonex - Seeds of Evil

Criado no final de 2012 em Aracaju,A banda Stonex tem um material lançado em 2014 que é titulado de "Seeds of Evil" com 4 faixas gravado no Estúdio Rikeza e Sonorização,material que venho resenha hoje !

Nessas 4 faixas a banda apresenta uma sonoridade que fica entre o Hard Rock e o Heavy Metal,com influencias em Deep Purple e Judas Priest e um pouco de Uriah Heep,a guitarra é sensacional tanto os riffs quanto os solos são brilhantes técnicos e as vezes rápidos mas só em algumas momentos,o baixo é impecável,em algumas musicas ele se submete e até tem um mini solo na musica na segunda faixa,enquanto a a bateria é formidável e com suas linha marcantes e pesadas um dos pontos altos do material com certeza é a linha de bateria . o timbre do vocal e sensacional me surpreendeu muito !

É um excelente primeiro material que uma banda do gênero possa ter,sua capa é sensacional , e o material grafito é feito com uma envelope,mas é um EP então ..,é claro recomendo para fás do estilo proposto que é o Hard e o Heavy Metal .

A primeira faixa do EP se chama "Dressed In Black" logo nesta primeira faixa nota-se que a banda tem uma clara influencia pela banda Judas Priest,tanto no vocal,tanto em seu instrumental,o riff é excelente e magnifico, o baixo companheiro até o final da guitarra e a linha de bateria é simplesmente sensacional e sem falar no solo que alias de ser rápido mostra uma técnica legal.
A segunda faixa "Electric Sky" o iniciou nesta faixa , é um inicio em um ritmo meio devagar,com o riff de guitarra,baixo e bateria agindo,mas logo depois a musica fica uma pouco mais pesada e mais rápida mas é bem pouco,linha de bateria discreta sem muitas espalhafatos, o solo tem aquele minimo de felling e pouca velocidade ,que no caso ficou sensacional de se escutar, mas depois de um mini solo de baixo a musica ficou bem mais rápida com a bateria reagindo de uma forma impressionante .
A terceira faixa chama-se "Maggots in my Brain" essa é uma faixa mais rápida e porradeira que as faixas anteriores,o baixo nessa baixo se sobre sai e tem uma importância até maior que a guitarra,o riff de guitarra é bem diferente das demais,a bateria é impecável, o solo que essa faixa apresentou está a anos luz de distancia das outras tanto em velocidade e em técnica.
A quarta e ultima faixa do material é "Master of the Pit" essa faixa vai na mesma que a outras,mas a bateria se sobre sai novamente e a guitarra e bem peculiar.
Destaques:Dressed In Black,Electric Sky e Maggots in my Brain


Membros atuais da banda :
Pedro Ramon Guerreiro - Vocals
Mark Hazz - Guitar
Dálvaro Soares - Guitar
Alessandro Mongini- Bass
Adriano Tavares - Drums

Faixas:
1-Dressed In Black
2-Electric Sky
3-Maggots in my Brain
4-Master of the Pit

Nota:9,5



Links: